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SecultBA cria plataforma para publicações da 3ª Bienal 2014
16 de Abril de 2014 14:38

Da série Panfleto Sanitário 1 publicado pelo MAM, para a bienal. 

Fac-símiles de textos originais da arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi, criadora do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM), entrevistas exclusivas com artistas que vivenciaram a época das bienais baianas de arte de 1966 e 1968, como Juarez Paraíso, Lia Robatto, Sante Scaldaferri e Chico Liberato, além de artigos, fotografias e relatos de experiências artísticas. Esses são alguns dos itens sobre a 3ª Bienal da Bahia 2014, oferecidos gratuitamente para acesso público a partir plataforma abaixo colocada.

A iniciativa é da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), que através do MAM está resgatando a história e experiências das bienais de arte de 1966 e 1968, esta última suspensa pela ditadura militar e civil que assolou o país nesse período até final da década de 1970. Até agora, a plataforma disponibiliza 13 publicações. Além da Revista ‘Contorno’ e do ‘Panfleto Sanitário’, acessa-se o projeto da Bienal (português e inglês), e um FAQ sobre Bienais e a 3ª Bienal da Bahia, em particular. FAQ é a sigla em inglês para Frequently Asked Questions, ou seja, perguntas frequentes, em português. Novas peças editoriais estão sendo lançadas até a abertura da 3ª Bienal, em 29 de maio, até seu desfecho, em 7 de setembro.

Conteúdo, nas páginas da revista mensal ‘Contorno’ e nos ‘Panfletos Sanitários’ que estão sendo espalhados pela cidade, à história das bienais de 1966/68 é reencenada por meio de entrevistas e encontros com os participantes originais, arte-reportagens, ensaios artísticos e ressurreição de arquivos, resgatando textos inéditos ou esquecidos. Essa imersão no passado contextualiza discussões, profundamente contemporâneas, trazidas pela 3ª Bienal. Alguns depoimentos evocam a repressão da 2ª Bienal (1968), dentre outros detalhes desconhecidos das novas gerações. O artista Scaldaferri, por exemplo, narra à perplexidade e o caos que se sucederam ao fechamento forçado da 2ª edição, com censura, perseguição e prisão de artistas, além do confisco de obras de arte.

Bienal 2014“A 3ª edição marca o retorno da Bienal da Bahia com um importante resgate de sua história e memória, sem deixar de lado a necessidade de atualizar as intenções originais das primeiras edições do evento”, explica o diretor do MAM e curador-chefe da 3ª Bienal da Bahia, Marcelo Rezende. Segundo ele, o formato da bienal vai além do circuito tradicional artístico baseado apenas em exposições. Desde março de 2013, são realizados encontros, palestras e atividades que proporcionam o debate sobre os modelos de bienais no Brasil e no mundo, ampliando a discussão sobre qual seria o formato mais propício para o cenário baiano atual. O projeto curatorial propõe discussão com a temática central: ‘É tudo Nordeste?’. A bienal é pensada como processo vivo, que durará 100 dias, a partir de 29 de maio, com exibições de filmes, performances, atividades educacionais e encontros/interações com artistas. “É uma abordagem na qual qualquer expressão cultural e artística deve ser considerada em diversas perspectivas, para além dos muros dos espaços institucionalizados”, adianta o diretor do MAM, Marcelo Rezende.

A 3ª Bienal da Bahia acontecerá em Salvador e em mais nove municípios. A realização é do Governo do Estado, via coordenação do MAM, e convênio entre a Fundação Hansen Bahia e o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), também vinculado à SecultBA. Mais informações no site www.bienaldabahia2014.com.br. Acesse a plataforma www.issuu.com/bienaldabahia.