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A Abstração de Sergio D’Almeida
25 de Maio de 2014 10:51

A Arte abstrata sempre foi uma da mais difícil técnica, isto não a faz nem menos nem mais as outras técnicas. A Abstração de Sergio D’Almeida impõe e acrítica de arte uma necessária reflexão consegue de forma impressionante criar um São Jorge o que aparenta um figurativo mais inclui abstração em seu entorno criando uma sinfonia de cores formas de maneira magistral, de igual sorte seus abstratos puros e rico em cores e de uma luminosidade, que inebria, e nos torna participantes de sua obra esta é a sua melhor qualidade, coisa que poucos coseguem.

Pintando de forma autodidata, articulando as composições de forma simplificada, mas sempre com cores vivas, de acordo com seu vocabulário visual popular e seu forte sentimento de alegria de viver, vem produzindo uma arte que corresponde aos anseios universais de viver mais alegremente.

Seus traços e formas consideradas modernas e as cores alegres e vibrantes dão aos temas cotidianos e simples um aspecto vibrante às figuras retratadas. Sua paixão pelas cores e artes visuais (fotografia e pintura) fez com que ele experimenta-se a arte digital. E logo estava testando programas de edição de imagens e modificando suas fotografias fazendo composições entusiastas de cores esfuziantes com objetivo de comunicar e levar alegria.

A infogravura surge com a informática e são imagens criadas através da computação gráfica. Essa nova linguagem utiliza imagens fotográficas digitalizadas ou desenhos vetoriais, podendo misturar os dois, que depois são impressas utilizando impressoras laser, utilizando suporte de papel, ou qualquer outra superfície que possa ser impressa. No seu caso o trabalho, Impresso sobre lona recebe interferência pictórica com tinta acrílica, aplicada com pincéis, que uniformizam a pintura.

Para ele A arte é para todos, está em todos nós, ela não é privilégio de alguns. Os psicólogos demonstram que todas as pessoas possuem uma escala de cores própria e que neles é possível expressar seu humor, seu temperamento, sua imaginação e seus sentimentos. Também está demonstrado que por sua vez o homem é influenciado pelas cores.

Segundo Clóvis Benedito Rosa O artista plástico Sergio D’Almeida, em sua maior parte, elege elementos prosaicos do cotidiano como tema de suas telas; aponta para o fato de que, ao enquadrar elementos pictóricos, destaca-os de seu contexto geral e eles adquirem força plástica, dominando e capturando o olhar do apreciador de uma maneira exigente, como se liberassem toda energia existencial colocada pelo autor na imagem, criando nova presença no mundo. Ele escolhe, recorta e enquadra objetos, definindo as suas intenções, isolando, no entanto misturando aquilo lhe interessa, tornando, na tela, alguma coisa mais visível e destacando-a dos demais objetos competidores que também querem ser vistos, mas estes são acompanhantes precisando ser contidos pelo olhar para que o principal apareça. Essa é a realidade metonímica que ele pede àquele que vai apreciar a sua arte, injetando, neste, a imaginação e a subjetividade dele, artista.

O instrumento básico de trabalho dele, Sergio, é o olhar sensível, com o qual transforma a realidade em parábola que transmite uma imagem deslizante não contida, porque a principal se mistura com as imagens apoiadoras e com ela mesma, imagem principal, vista por outros olhos criando um mudo, porém dinâmico e vibrante diálogo com os apreciadores da sua arte.