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Roberto Alban Galeria realiza a exposição “Bahia, contemporânea Bahia”
28 de Maio de 2014 09:45

“Bahia, contemporânea Bahia” é o título da coletiva que a Roberto Alban Galeria de Arte apresenta na próxima quarta-feira ,28 de maio , ara convidados e no dia seguinte para o público. A mostra com curadoria de Marcelo Campos marca a iniciativa da Galeria em apresentar a produção de arte visuais contemporânea na Bahia. “Esta exposição vem em um momento especial, no qual o nosso estado será o centro da Arte no País, a 3ª Bienal da Bahia, com abertura prevista para o dia 29 de maio”, explica Campos.

A diversificação da linguagem é um aspecto relevante na exposição, pinturas, desenhos, fotografias, esculturas e instalações, compõem a mostra. “Visitei diversos ateliês no estado e selecionei oito deles, independentemente de serem jovens artistas ou mais experientes. Esta exposição me conquistou, pois retrata um universo mais amplo em seus diversos elementos de criação”, observa Campos.

'Bahia, contemporânea Bahia' servirá para que cada artista selecionado passe para o público suas influências históricas. “Almandrade conviveu com Helio Oiticica e Paulo Brusky, Willyams Martins começou a produzir concomitantemente a eventos como a exposição que lançou pintores da Geração 80, Lara Viana estudou na Inglaterra nos centros acadêmicos que formaram Damien Hirst, Josilton Tom conviveu com os modernistas da terra e com os longos anos do importante Salão da Bahia. Március Kaoru pensa a partir da memória familiar, na produção de um nipo descendente em Salvador, Vinícius S.A. expande a apropriação dos objetos domésticos para as grandes instalações e Fábio Magalhães, cuja pintura ativa dissimula possíveis aderências a imagens baianas. Ao mesmo tempo, temos a surpresa de poder contar com um interesse fotográfico, instalativo e performático de Rosa Bunchaft, que faz da fotografia uma experiência imersiva”, afirma Campos.

O sistema de arte no Brasil ainda está em processo de construção. “Uma exposição como esta, sendo realizada em uma galeria comercial, serve também para suprir parte das lacunas institucionais, nas quais os museus exibem propostas tradicionais e as galerias abrem-se para ousadas proposições. A produção da arte contemporânea precisa do apoio de espaços como a da Roberto Alban Galeria de Arte, que abre as portas para a disseminação do potencial dos artistas. Estamos aproveitando este momento de efervecência em arte, no qual os olhos do mundo estarão voltados para a Bahia, entre maio e setembro deste ano, para reafirmar nossa proposta de fortalecimento da arte contemporânea”, explicam Roberto e Cristina Alban, proprietários da Roberto Alban Galeria de Arte. O professor Marcelo Campos também fala sobre outra corrente artística: o modernismo. “Torna-se necessário, também, atualizar e rever o modernismo de longa duração que ainda predomina em grande parte do Brasil. Sim, é a hora de pensarmos o contemporâneo, por mais problemático que seja o termo, para que possamos recodificar materiais e métodos, poéticas e imagens, abrindo caminho para os que se aventuram”, finaliza Marcelo Campos.