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César Romero e Harry Laus na 3ª Bienal da Bahia
12 de Agosto de 2014 13:52

César Romero é daqueles artistas que fica quieto no seu canto. Ledo engano. Atualmente está na exposição “Vozes da America Latina” que reúne os principais artistas dos países da a América latina, recente recebeu uma homenagem da Academia de Artes e Letras de Feira de Santana, e agora expõe na 3ª Bienal da Bahia, e com sua bondade homenageando o crítico Harry Laus. Ele não para.

O artista baiano Cesar Romero reúne trabalhos ainda inéditos na Bahia, como pinturas, desenhos e fotografias. Uma série de quadros do autor foi exposta no Museu de Arte Moderna de Joinville, quando Harry Laus era diretor. O crítico catarinense ganha espaço exclusivo no Museu de Arte Sacra, onde serão reunidos seus livros, artigos e fotos.

Com pinturas, desenhos e fotografias, o artista plástico César Romero faz reverência ao escritor e crítico catarinense Harry Laus (1922-1992) na exposição que monta pela 3ª Bienal da Bahia e que será aberta no Museu de Arte Sacra no próximo dia 29 de julho. Uma das ações do evento realizado pela Secretaria da Cultura do Estado da Bahia (Secult – BA), a montagem pode ser vista de 29 de julho até 7 de setembro e faz parte do Museu Imaginário do Nordeste - Departamento da Insistência Afetiva. Seção Imateriais. Um espaço do programa foi reservado para apresentar ao público fotos, livros, artigos e textos do catarinense.

“Harry foi o crítico de arte mais importante do Brasil em sua época”, define Romero, membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA), da Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA) e colunista de arte em diversos jornais. Na mostra, o baiano de Feira de Santana reúne desenhos com lápis aquarelados, fotos de festas de largo e quatro pinturas de uma série dos anos 1980 que ele exibiu no Museu de Arte Moderna de Joinville, na época em que o espaço era dirigido por Harry Laus. Todas são peças que o autor ainda não havia exposto na Bahia e que agora são reunidas para expressar o orgulho do amigo de mais de duas décadas.  

César registra que Harry, que era também tenente coronel reformado do exército, tinha muito tempo para ler e escrever, o que fazia em quatro idiomas. “Eu aprendi muito no tempo da nossa amizade”, narra ele, que tem todos os livros publicados pelo escritor, inclusive dois póstumos, além de uma coleção de 38 fotografias e uma extensa correspondência, trocada entre os dois.

A curadoria da mostra do Museu de Arte Sacra é de Marcelo Rezende, diretor do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) e curador chefe da 3ª Bienal da Bahia. Quando era estudante em Paris ele leu, em tradução francesa, o romance Os Papeis do Coronel, de Harry Laus, e desde então tornou-se seu admirador.

O escritor ainda desenvolveu novelas e contos como Monólogo da Provação, Os Incoerentes, Monólogo de Uma Cachorra Sem Preconceito e De Como Ser. Como crítico de artes atuou nos jornais Correio da Manhã, Jornal do Brasil e revista Veja