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  Home - Poesias - Gestão de resultados é o que interessa no público e no privado definitivo
 

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 Guto Amoedo

 
 
Gestão de resultados é o que interessa no público e no privado definitivo
8 de Outubro de 2014 19:33

Embora ainda tenhamos o segundo turno para a eleição de um novo presidente do Brasil, ou a reeleição do atual mandatário, em muitos estados da federação a escolha do governador já se deu, como é o caso da Bahia, onde foi eleito Rui Costa.
Mas mesmo ainda em meio do clima de eleição para o cargo de presidente da República, que contagia a todos nós, devemos ressaltar, ao lado dos parabéns ao novo governador da Bahia, a necessidade de buscarmos um diálogo sociedade e estado com vistas a enfrentarmos os desafios que temos pela frente e que não são poucos.
Com a economia brasileira apresentando diversos problemas, seja cambial, de contas públicas fora do eixo, inflação e taxas de juros elevadas, além da ausência de reformas de base, como a tributária, os estados muito dependentes do poder central, dado a concentração dos tributos em mão do Planalto, precisam equacionalizar suas estruturas para sobreviver e poder tocar seus projetos de desenvolvimento.
Nesse sentido, há uma questão que se sobressai, o Modelo de Gestão. Na Bahia esse quesito nos é particularmente caro, por conta de enganos cometidos, falta de planejamento e de foco no objetivo e divergências políticas, que simplesmente resultou em 14 anos a implantação do metrô de Salvador de somente 7 quilômetros.
Não mais podemos gerir a coisa pública dentro de um modelo burocrático, no qual o excesso de regras e procedimentos assumem maior importância do que os resultados, que no mais das vezes é pífio, justamente por ser relegado a segundo plano.
A eficiência da gestão pública é um tema que ganhou relevância desde a década de 80, tanto na Inglaterra de Thatcher, quanto nos Estados Unidos de Reagan e em outros países, incluindo o Brasil. A partir dos ano 90, a eficiência da administração pública foi a pedra de toque da reforma do Estado.
De um lado tínhamos a concepção de que o Estado não poderia mais ser o grande pai, concentrador de todo modelo de desenvolvimento e por isso aprisionado por uma estrutura burocrática gigantesca. Na outra ponta surgiu o Estado mínimo, onde a inciativa privada era chamada a dar conta de uma série de serviços, antes delegados ao aparelho estatal.
No confronto dessa duas visões foi alçado a debate a adoção do novo Modelo de Gestão por Resultado, aquele que exibe de maneira direta, sem burocracia, a clareza dos objetivos a serem alcançados e sua operacionalidade. Afinal de contas, o que interessa ao cidadão e à sociedade é o a prestação de serviço eficiente.
Dentro de uma Gestão de Resultados os objetivos estratégicos do governo decorrem a partir de iniciativas prioritárias, escaladas. Estas por sua vez devem ser planejadas. Por seu turno, a eficiência deve estar relacionada ao emprego dos recursos de forma a obter a melhor relação custo benefício.
No entanto, há um componente importante para se chegar a uma gestão eficiente, atores públicos comprometidos com a entrega de resultados mensuráveis e não simplesmente o preenchimento de relatórios. Mais do eu isso, atores públicos de reconhecida capacidade operacional administrativa, sem os quis o Modelo de gestão de Resultado tende a se esvaziar.
Desperdiçar tempo e recurso é tão danoso quanto a falta de verba, para tocar esta ou aquela obra. Não há porque afastar o fator meritocracia, uma das vigas da iniciativa privada, do ambiente púbico, bem como deixar de lado as parcerias público privadas, que já deram mostra mais do que suficiente de produtoras de resultados.