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As Escultura de Sérvulo Esmeraldo em exposição na Darzé
17 de Dezembro de 2014 14:08

A Paulo Darzé Galeria de Arte Rua (Dr. Chrysippo de Aguiar 8, Corredor da Vitória, Salvador) Bahia encerrando a temporada de mostras 2014 apresenta a exposição de esculturas de Sérvulo Esmeraldo, até 10 de Janeiro. Nascido no Crato, Ceará, em 1929, um dos artistas brasileiros de maior projeção internacional, de intenso rigor geométrico-construtivo e disciplina criativa, a partir do dia 4 de dezembro.

Para o artista Almandrade, que assina o catálogo da mostra, “As esculturas de Esmeraldo atraem o olhar e seduz o pensamento para um confronto entre a objetividade do visível e o momentâneo repouso, essencialmente enigmático. Uma experiência que vai além da ação contemplativa. O inconsciente moderno se encarrega dos investimentos culturais para sua inserção no circuito da cultura. A apreensão por parte do espectador implica em experimentação. A partir de poucas variações formais, perfeitamente entrosado como fazer da arte, explora as possibilidades da matéria como um “poeta da mão” que inventa nos limites da arte pequenos mundos. Suas invenções ocupam o espaço ou a parede, sem recorrer a incertezas e conceitos externos, para se sustentarem no território onde foram produzidas”.

Escultor, gravador, ilustrador e pintor, Sérvulo Esmeraldo dedica-se no início de sua carreira artística à xilogravura. A partir de 1947, em Fortaleza, freqüenta a Sociedade Cearense de Artes Plásticas – SCAP e mantém contato com Antonio Bandeira e Aldemir Martins. Nesse período, tem aulas de pintura com Jean-Pierre Chabloz. Em 1951, tem contato com Marcelo Grassmann e Lívio Abramo. Em 1956, funda o Museu de Gravura, na sua cidade natal, o Crato, no Ceará.  Em 1957, realiza individual no Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM/SP e viaja para a Europa com bolsa do governo francês. Os primeiros anos em que viveu na França foram de aprendizado, de iniciação nas técnicas da gravura em metal e litografia. Estuda litografia na École Nationale Supérieure des Beaux-Arts e tem acesso às obras raras da Bibliothèque Nationale de France, o que lhe permite estudar a gravura de Albrecht Dürer.

Esses estudos o levam a criar uma linguagem própria, baseada nas artes gráficas. Em 1959, com orientação de Johnny Friedlaender, inicia seu trabalho de gravura em metal. Em meados dos anos 1960 integra o movimento da arte cinética, quando realiza as obras Excitáveis – quadros e objetos movidos pela eletricidade eletrostática. Retorna ao Brasil em 1978, trabalhando em projetos de arte pública, incluindo suas esculturas monumentais na paisagem urbana de Fortaleza, cidade onde vive e trabalha desde 1980. Foi o idealizador e curador das Exposições Internacional de Esculturas Efêmeras (Fortaleza/CE, 1986 e 1991), participou de diversas exposições, entre elas: 5ª, 6ª, 7ª e 19ª edições da Bienal Internacional de São Paulo (1959, 1961, 1963, 1987), 14ª Trienal de Milão, 1967 – Itália, Exposição Internacional de Gravura 1970 – Cracóvia – Polônia, Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP, 1974, São Paulo – SP, Um Século de Escultura no Brasil, no Masp, 1982 – São Paulo – SP, Brasil + 500 Anos: Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal, 2000 – São Paulo – SP. Sua obra está representada nos principais museus do mundo e em outras coleções públicas e privadas do Brasil e exterior.