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A Galeria Nilson Mendes na Ladeira da Preguiça
14 de Março de 2015 10:40

O centro cultural "Que ladeira é essa?" iniciou neste ano de 2015 a criação da galeria Nilson Mendes para exposição e venda de artistas novos e quem mais vier. Não precisa ser nenhum gênio da arte, basta fazer arte que a galeria Nilson Mendes, abrirá as suas portas para você. Através dessa iniciativa as pessoas poderão adquirir por preços acessíveis obras de arte para suas residências nos mais diversos estilos. Por que a ARTE também salva! Galeria Nilson Mendes - Ladeira da Preguiça sede do centro cultural que ladeira é essa? Aberto de segunda a sexta das 10 às 19hs.

“O legado de Nilson Mendes foi inspirador para a comunidade da ladeira da preguiça toda sua vivencia apesar de curta creio que será eterna, bebemos de sua fonte todo conhecimento e sempre que achamos fraqueza à lembrança de Nilson Mendes nos fortalece. Grande apoiador do projeto vivenciou a ladeira da preguiça como se fosse morador, sempre o via sentado nas esquina conversando com moradores, reclamando as traquinagens das crianças e sempre degustando as comidas de minha mãe, eu sempre via paixão em seus olhos quando ele falava em defesa da preguiça, ele enxergou de forma visionaria que a preguiça poderia se tornar um grande pólo artístico de salvador e da Bahia”. Diz Marcelo Teles

Os principais responsáveis da galeria Nilson Mendes são Marcelo Teles (presidente do que ladeira é essa), Julio Costa (artista e responsável pelo MUSAS) e Zaca Oliveira (artista plástico e cenógrafo). Lembro de um texto publicado nesta coluna que e em certo momento ele diz: “Ainda com resquícios da sua urbanização original como o vistoso sobrado que abriga o CEAO, o histórico Colégio Ypiranga, o exemplo arquitetônico do Museu de Arte Sacra e seu riquíssimo acervo, o quase bi-centenário Clube Carnavalesco Fantoches da Euterpe, apenas alguns casarões habitados e outros prestes a ruir relembram o bucólico e tradicional Bairro 2 de Julho e seus entorno como as ruas do Sodré, Areal de Cima e Areal de Baixo, a abandonada Ladeira da Preguiça cantada por Elis Regina em belíssima composição de Gilberto Gil, hoje inteiramente esquecida e quase demolida pela especulação imobiliária, texto publicado em 2013”.

Muito justo esta homenagem a Nilson Mendes ele sempre foi um grande incentivador cultural da ladeira e realizou junto com a comunidade muitos eventos culturais para chamar a atenção dos poderes públicos sobre a Preguiça.
No currículo do artista, destacam-se as atuações nos espetáculos "Gracias a La Vida" de 1978, "Os Órfãos de Jânio" de 1986 e "Dona Flor e Seus Dois Maridos" de 1992. Como agente cultural, ele foi idealizador e diretor geral dos Centros de Cultura do Estado da Bahia, presidente do Sindicato de Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões (SATED), assistente da presidência do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e doutor Honoris Causa conferido pela Universidade Coorporativa das Américas (UNI AMERICAN). Atualmente ocupava a função de presidente da Fundação do Balé Folclórico da Bahia