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Maxim Malhado lança livros na Paulo Darzé galeria de Arte
24 de Março de 2015 12:52

Maxim Malhado é conhecido como artista visual e dos mais representativos na nova geração baiana. Mas ele vem ampliando a sua ação ao publicar livros de poemas. Agora, dia 19 de março, das 17 às 21 horas, na Paulo Darzé Galeria de Arte (Rua Chrysippo de Aguiar 8, Corredor da Vitória Salvador Bahia Tel.(71) 3267.0930 (71) 9918.6205–www.paulodarzegaleria.com.br – paulodarze@terra.com.br), dando prosseguimento a sua literatura lança dois pequenos livros, Brevidades, e a segunda edição de Procuro um Texto Azul.

Para Maxim, “a literatura e as artes visuais dão oportunidade de ter a escolha entre as vezes que pensamos e elaboramos coisas numa rapidez tão grande que as mãos não mais acompanham, enquanto por outro lado, há os momentos que construímos objetos que a própria palavra também não alcança, quando não desmente que apenas o outro terá a grande oportunidade”. E acrescenta: “Existe em tudo isso, em todo esse processo um desejo enorme de capturar o instante, de atentar para o cotidiano e continuar, na coragem de permanecer, de estar no estado de inclinação sempre diante das coisas, e cair inclusive para se deslocar em seguida na ‘procura’”.

"Brevidades é como soltar bolhas com a boca e com as mãos fazer malabares. Já Procuro um texto azul, seu primeiro texto publicado, em 2000, é como um grafite ‘rural’, feito com carvão (preto sobre o branco), ou gesso (branco sobre o próprio branco) onde só ele guarda a procura como segredo. No fundo, ainda tem determinados momentos onde esses dois caminhos se cruzam no mesmo suporte, quando o visual se torna palavra, a palavra se torna imagem, ou ainda quando a palavra é a  própria imagem. Gosto de construir e equilibrar pesos como em armazéns antigos, utilizando a palavra gosto como a voz num relato feito fuxico mesmo. Acredito em tudo isso, no equilíbrio e desequilíbrio, mas também nos contrários, de não mais dar conforto como travesseiros feitos de penas de aves mortas”. 

Nesta sua trajetória de escritor e artista visual, publicou em 2009, na coleção Cartas Bahianas, o livro Apenas uma lata, pela editora P55, por quem sai impresso também estes dois novos livros. Tendo começado a expor a partir de 1995, foi premiado sete vezes nos Salões Regionais da Bahia e em 2001 recebido o Prêmio Aquisição no VIII Salão do Museu de Arte Moderna da Bahia. Foi selecionado nos Rumos Visuais-Itaú Cultural/2001-2003, e em 2004 participou da 26ª Bienal Internacional de Arte de São Paulo. Entre suas exposições: Salão Nacional de Goiás; Salão Nacional de Arte do Pará; Salão Nacional de Curitiba-PR. Sua obra está nos seguintes acervos: Galeria ACBEU, Salvador/Bahia; Projeto Salvador Porto e Mar – Codeba; Centro Cultural Danneman, São Felix/Bahia; Instituto Cultural Brasil-Alemanha/ICBA, Salvador/Bahia; Museu de Arte Moderna da Bahia. Maxim Malhado nasceu em Ibicaraí, Bahia, em 15 de janeiro de 1967. Mora em Massarandupió, Bahia.