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César Romero trabalho e cor
5 de Julho de 2015 19:26

Existem pessoas que nascem para a arte, César Romero é um deles. Não faz nenhum esforço para fazer sucesso, este vem como um produto que responde ao fazer, ao compromisso assumido, a responsabilidade com a profissão e trabalho continuado. César é um artista que nunca teve padrinhos. Fez seu caminho sozinho. Os convites constantes que recebe para participar de eventos culturais vem da qualidade de suas produções, do cuidado e do prestígio nacional que amealhou.

César Romero é um perfeccionista, busca escolher as melhores telas em linho, chassis de cedro, pincéis de pelo de marta, tinta Liquitex e água mineral como diluente. Embora isto não tenha nenhuma importância na criatividade, tem na preservação da obra, no respeito ao colecionador, aos materiais. Este ano tem sido graficamente para o artista, dividiu seu espaço na 3ª Bienal da Bahia no Museu de Arte Sacra com seu amigo e crítico Harry Laus, falecido há 12 anos, como uma homenagem, um tributo. César tem todos os livros de Laus, inclusive até mais que o crítico e escritor, pois foi publicado pós-morte dois livros que Laus não viu em vida. Repercutiu muito em Santa Catarina a homenagem entre os críticos catarinenses e intelectuais, o que promoveu por lá uma revisão de Laus e um lançamento de um livro “De como ser”.

Seguindo nesta linha de homenagear e rever a memória de seus amigos falecidos, curou e criou a arquitetura cenográfica da exposição “Antonio Maia – Ex–Voto, Alma e Raiz” no Centro Cultural Correios, com a coordenação da Expoart e produção de Leonardo Bokor. Antonio Maia (1928-2008) foi um dos maiores artistas brasileiros, conquistou em quatro anos, Isenção de Júri do Salão Nacional (66), prêmio na IX Bienal de São Paulo (1967), Prêmio de Viajem ao País no Salão Nacional de Arte Moderna (1968) e Viajem ao Estrangeiro (1969). Nos anos 70 e 80 Maia, fez uma ligação entre o popular e o erudito, numa linguagem simples, direta e original.

César esta preparando duas homenagens uma a Walmir Ayala e outra a Geraldo Edson de Andrade, ambos críticos de arte e falecidos. Neste ano César Romero bateu dois recordes nacionais, completou 40 anos escrevendo na grande imprensa sobre arte e artistas e ganhou da ABCA (Associação Brasileira de Críticos de Arte) Destaque Especial, sendo seu quinto Prêmio (outro recorde) na instituição que existe desde 1949. A ABCA tem sede em São Paulo. Outra homenagem foi da APAP-SP – (Associação Profissional de Artistas Plásticos de São Paulo), que é associado e membro da diretoria. A APAP-SP tem 35 anos de existência.

César Romero foi convidado pelo crítico de arte Oscar D’Ambrósio (SP) para falar de sua trajetória em seu programa em áudio e vídeo para a memória da UNESP (Universidade Estadual Paulista). A entrevista foi divulgada pelo site da APAP (www.apap.art.br), da página no Facebook e no Youtube, bem como em todas as unidades da UNESP no Estado de São Paulo em seu site na internet, na revista e jornal da UNESP. A imprensa paulista deu grande repercussão ao prêmio.

Agora o artista baiano esta participando de duas exposições internacionais uma no Consulado Brasileiro de Nova Iorque, nomeada “Espírito das Américas” com fotografias e curadoria de Antonio Oliveira Filho. Cada artista veste uma grande bandeira, com outras de tamanhos menores de todos os países americanos com a idéia que viemos do além-mar para estarmos conectados de norte a sul, o que nos traria um sentimento de uma pátria que transcende nossas fronteiras e nos fazendo irmãos nascidos num mesmo continente. A outra exposição está sendo realizada na Casa Cultura Mestre José Rodrigues espaço cultural de grande prestígio na cidade de Bragança em Portugal com Caciparé Torres, Gregório Gruber, Yutaka Toyota, Ermelindo Nardin, Takashi Fukushima e Walter Miranda. Ainda César Romero está no livro recém-lançado da APAP-SP e também de site novo www.romerocesar.com. Sobre o seu trabalho estão em fase final três livros: A Brasilidade na Pintura de César Romero de Mirian de Carvalho – ABCA – AICA – RJ; César Romero – Símbolo, Código e Cor de Geraldo Edson de Andrade - ABCA – AICA – RJ e outro em confecção, ainda sem nome de Maria Helena Flexor. Estamos no meado de 2015 e César Romero tem mais trabalho este ano, mas faz mistério: “Pode não dar certo” acautela-se.