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Rebeca Silva planta “sonhos” nas paredes do Cervantes
14 de Agosto de 2015 19:10

A artista plástica baiana Rebeca Silva formou-se pela Escola de Belas Artes da UFBA, mas enriqueceu a sua experiência como artista plástica freqüentando a Escola de Belas Artes de Granada, na Espanha, ao longo do ano 2012. Retornando a Salvador, enveredou pela arte-mural e outras pesquisas até chegar à exposição “O Jardim que há em Mim”, que está em cartaz na galeria de arte do Instituto Cervantes de Salvador, Avenida Sete de Setembro, 2792, na Ladeira da Barra. Com entrada gratuita, a mostra pode ser visitada até o dia 31 de agosto.

A exposição reúne dois grandes murais pintados diretamente nas paredes da galeria de arte do instituto pela artista plástica, que teve o objetivo de fazer do espaço uma parte da sua obra, criando um ambiente de permanente interatividade com o público. “É uma forma de celebração à imaginação. É uma representação metafórica do que é uma ideia e de como ela cresce como planta”, resume Rebeca Silva.

Utilizando tinta acrílica diretamente na parede, o trabalho desenvolvido pela artista faz uma associação entre as plantas de um jardim fictício, que crescem e produzem flores, e a própria evolução do ser humano e suas experiências de vida. “Em meu jardim onírico as cabeças florescem literalmente, nascem pequenos jardins nos personagens que também estão em um jardim. Na cabeça de todos nós podem germinar pequenos jardins. Neles podem habitar espécies de plantas-pensamentos das mais raras às mais comuns. E na cabeça de criativos como naturalmente somos, podemos plantar mundos reais e irreais”, observa Rebeca.

Segundo a artista, um jardim é um ambiente planejado, marcado pela variedade de plantas favoritas do jardineiro, e voltado para a apreciação das pessoas. “Esta intervenção na galeria do Instituto Cervantes é uma espécie de apreciação aos nossos novos pensamentos e adaptação à vida na qual somos o jardineiro. Escolhi cada espécie nele, aceitando as variedades que nascem trazidas por insetos e pássaros. Assim apresento o meu jardim pessoal, artificial em sua natureza e real em seu significado”.

Rebeca Silva continuou sua formação na Escola de Belas Artes de Granada (Espanha), ao longo de 2012, onde enriqueceu sua técnica e abriu seu mundo para uma nova realidade. Essa experiência em território espanhol lhe permitiu, em suas próprias palavras, "revelar anseios, confusões novas e irreconhecíveis sensações ". Como resultado de sua experiência em Granada, próxima a cidades de Málaga e Sevilha, no sul da Espanha, participou da exposição Pizzarea, iniciativa da própria Universidade de Granada.
Silva iniciou sua trajetória artística em Salvador, participando, em 2009, de uma exposição coletiva no SESC BA, como parte do Coletivo Contados. Em 2011, participou da mostra “Sinais Urbanos” e sua obra foi adquirida para a coleção do Centro Cultural dos Correios. Um ano depois, apresentou a sua primeira mostra individual, realizada na galeria da Aliança Francesa, na Ladeira da Barra, em Salvador, integrando o projeto Circuito das Artes. Foi quando parte de sua obra viajou pelo Museu Nacional de Brasília, MAMAM de Recife e Museu Carlos Costa Pinto de Salvador.