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  Home - Poesias - A “PalhAção” da Ladeira da Preguiça
 

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A “PalhAção” da Ladeira da Preguiça
25 de Agosto de 2015 19:17

Aconteceu na Ladeira da Preguiça oficialmente a exposição Multimídia – “PalhAção”, contando com a figura inquietante do Palhaço, que vem causando grande interesse nas redes sociais, na verdade foi uma estratégia dos membros do “Movimento que ladeira é esta, Esta é a Ladeira da Preguiça”, que pauta em sua ação a recuperação social e histórica desta famosa ladeira.

Na ação uma intervenção/exposição contando com mostra fotográfica, poemas, música, performance e versos num local inusitado. O evento contou com o público sendo guiado sobre os escombros dos casarões que foram demolidos na Ladeira da Preguiça. Nesse ambiente o palhaço estará levando os presentes a adentrar o universo da temática do Centro Histórico de Salvador e suas últimas mudanças, anunciando e denunciando todo o descaso e perda histórica.

Essa ação vem sendo promovida pelo fotógrafo italiano Antonello Veneri, pelo poeta e escritor Marcelo Teles, Maurício Galvão, produtor cultural e pelo artista plástico Zaca Oliveira, contando com o cartaz criado por Diogo Lula, trilha sonora para Robson da Genesis

Toda esta ação teve a curadoria é do fotojornalista Antonello Veneri, do artista plástico Zaca Oliveira e do poeta-escritor Marcelo Teles. Escolheu seus autores esta atitude porque a arte da o sentimento de liberdade e de pátria. Sobre o Dois de julho e adjacências escrito em duas mãos, duas das quais não esta mais entre nós o querido e saudoso Nilson Mendes, onde eu começava o artigo assim “As Artes Visuais envolve a Arquitetura, Escultura, pintura e artes plásticas, e, além disto, Giulio Argan arquiteto e teórico das artes em seu livro Guia de História da Arte, nos fala que “uma cidade inteira pode ser uma obra de arte”, no entanto tais considerações levam em conta o seu patrimônio Histórico sua urbanização e humanização desde que uma vez que se perde estas especificações deixa de ser um patrimônio e perde sua identidade.

Em certo trecho Nilson fala “a abandonada Ladeira da Preguiça cantada por Elis Regina em belíssima composição de Gilberto Gil, hoje inteiramente esquecida e quase demolida pela especulação imobiliária”. Evidente que esta fala foi antes das intervenções feitas pelo poder público, mais, sobretudo pelas intervenções feitas pela comunidade que pintaram suas casas com recursos próprios e doações e ações de grafites de moradores locais e grupos internacionais como o musas.

Esta intervenção/exposição foi um alerta aos poderes públicos com o deslizamento de terra que ocasionou a queda de dois casarões com uma vítima fatal, um veio abaixo sozinho o outro foi demolido por causar riscos e seus moradores sem ter para onde ir.