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  Home - Poesias - A documentarista Renata Rocha faz o “Dossiê Esperança” com artistas baianos
 

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A documentarista Renata Rocha faz o “Dossiê Esperança” com artistas baianos
7 de Abril de 2013 13:32

A frase de Mario Quintana: “A esperança é um urubu pintado de verde” é uma maneira de traduzir o “Dossiê Esperança”, um projeto de resgate histórico e que surge com a proposta de registrar trajetórias e reativar emoções entre artistas visuais da velha guarda da Bahia. E por falar nisso, quando o assunto é documentar, a documentarista e memorialista Renata Rocha não mede esforços, ela se mobiliza e sensibiliza um conjunto de profissionais na busca alternativas independentes para tornar real a produção de uma obra audiovisual neste sentido.  Renata começou publicando o livro com perfil biobibliográfico de Sérgio Mattos e ganhou forças com a produção da obra audiovisual “O Grito Krajcberg”, narrado pela cantora Maria Bethânia, seu primeiro filme e tema que será desdobrado em livro. Daí por diante, foram surgindo novos personagens na esfera nacional como o Emanoel Araujo, o poeta amazonense Thiago de Mello, o compositor José Carlos Capinan dentre outros.

“Sem sombra de dúvidas, o caminho ético, a garra de Matilde Matos e seu papel no cenário das artes me comove e ao mesmo tempo me sensibiliza a entender profundamente que é possível criar e romper as dificuldades que o capitalismo cria para impedir nossa libertação”. Confessa Renata Rocha.
Enquanto busca recursos para produção dos projetos citados, Renata embarcou numa maratona de filmagens para compor a primeira edição do “Dossiê Esperança”, um projeto independente que promete reunir a vanguarda das artes plásticas da Bahia ao longo das próximas edições. Um projeto sem patrocínios que nesta edição embrionária busca reunir e registrar
a trajetória artística de Sante Scaldaferri, Juarez Paraíso, Eckenberg, Justino Marinho, César Romero, Zú Campos, Ligya Milton, Dulce Cardoso e Márcia Magno.
Renata, idealizadora do projeto memorável, proprietária da produtora Brasil Comunicare faz direção e roteiro, Maurício Calléia dono da 3D Motion faz fotografia e edição. Serão produzidos 12 curtas-metragens e cada um deles terá aproximadamente entre 10 a 15 minutos e contarão com recursos tecnológicos de alto nível em 3D. Dois curtas contemplam o ator Nilson Mendes e o filósofo José Antônio Saja, justamente para propor um diálogo entre as áreas. Como se trata de uma produção bancada com recursos próprios sem patrocínios, Renata diz que a equipe é enxuta e composta por três profissionais que se dedicam intensamente as gravações.

“Faz cerca de quatro anos que venho refletindo sobre uma maneira de registrar a contribuição destes artistas. Gostaria de documentar todos e confesso que os caminhos estão abertos. Sei que ficou muita gente fora, o que só aumenta minha responsabilidade. Mas é um começo e produção independente é assim mesmo”.  
A memorialista ainda afirma acreditar que a arte é um dos melhores caminhos para transformação. O papel do Dossiê Esperança na sétima arte é documentar e apresentar a obra de cada um através do depoimento imagético de cada personagem seja pintor, escultor, poeta, ator ou poeta. O mais importante é destacar a contribuição de cada um para a construção de um novo homem que virá para construção de um mundo melhor.

“Fico pensando o quanto seria interessante mobilizar outros profissionais futuramente e desdobrar para outras áreas das artes como teatro, música, cinema, dança, literatura, arquitetura, patrimônio histórico e tantas outras” Reflete a idealizadora do projeto.