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 Guto Amoedo

 
 
Planejamento e organização puxam o cliente
5 de Junho de 2013 18:25

Nesse momento em que a economia dá sinais contraditórios, de um lado um pleno emprego e de outro uma retração nas vendas, e uma inflação que aos poucos vai minando a disposição do consumidor para ir às compras, planejar ações para estimular os negócios e consequentemente fortalecer o mercado são bem-vindas. Um exemplo vitorioso no segmento imobiliário é o Feirão da Casa Própria da Caixa Econômica Federal,  o Festival de Imóveis Patamares e agora o bem bolado “48 horas OAS”.

 

As iniciativas estão alicerçadas na conjunção de forças e na busca de oferecer ao cliente a oportunidade de poder realizar o sonho da casa própria num ambiente de conforto, segurança e com inúmeras possibilidades de escolha do produto. Mas isso só foi possível porque houve antes da investida um planejamento estratégico, que nada mais é do que o processo de seleção de objetivos, para se atingir a uma determinada meta, pré estabelecida.

 

O mercado imobiliário precisa de que outras iniciativas planejadas, como essas que acabamos de citar, o Feirão da Caixa, o Festival de Patamares e o 48 Horas OAS, venham a acontecer, mas para isso se faz necessário a união, o plena emento e a determinação, ancorados disposição organizacional.

 

 

 

Através disto, é possível criar crenças positivas, onde todo o corpo das empresas envolvidas compartilhará dos mesmos valores. Portanto, com a criação dessa cultura, que será a essência do negócio, comportamentos e valores éticos e morais serão desenvolvidos e alinhados na busca de um padrão de identidade.

 

Não há mercado sem organização, planejamento e liderança. O feeling e as ações erráticas, com a utilização do compadrio ali e aqui, geram calor, mas não produzem a energia necessária para alavancar os negócios de forma coesa. O primeiro passo para iniciar um planejamento estratégico é construir uma visão de futuro. O Planejamento estratégico envolve um modo de pensar, pois são decisões a serem tomadas num processo que visa o futuro da empresa ou do mercado, desenvolvido para alcançar uma situação desejada de modo eficiente e eficaz.

 

 

 

Analisar as oportunidades e ameaças que estão presentes num mercado, no caso o imobiliário, é tarefa imprescindível, e isso só se realiza quando empregamos instrumentos adequados à tarefa, reunindo o consenso das forças envolvidas e com base nelas estabelecer os objetivos a serem alcançados.

 

 

 

Planejar não é prever ou adivinhar o futuro, mas sim construí-lo. A empresa ou a instituição, mais do que o direito tem o dever de escolher seu futuro e mobilizar suas forças para construí-lo. É fazer acontecer, no lugar de chorar pitangas e esperar que algo aconteça.

 

 

 

 

 

Não basta ter uma idéia de onde o consumidor está. É preciso um planejamento, uma estratégia para saber em que bairro ou até a rua em que ele mora. Foi pensando nisso que a  AGC International, consultoria controlada por companhias britânicas, criou no Brasil o Geo-Marketing, que usa banco de dados e mapas digitais que possibilitam encontrar consumidores de uma determinada classe social e faixa etária em um quarteirão ou mesmo uma rua.

 

Por sua vez, a Fundação Getulio Vargas, do Rio de Janeiro criou o Indicador do Poder de Compra. O programa divide os CEPs por classe social. Os economistas Rogério Garber e Luiz Affonso Romano - responsáveis pela criação do banco de dados - dividiram o padrão sócio-econômico dos lares em nove classes com rendas familiares entre 282,85 reais a 26,8 mil reais. O trabalho abrange 83 cidades (capitais e cidades da Grande São Paulo e Grande Rio, interior paulista e fluminense.

 

São dois exemplos de como uma empresa e uma instituição planejam suas ações buscando localizar o cliente para inserí-lo no mercado de consumo. Fiquemos atentos.