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Após fuga, Rui exonera diretor de cadeia
14/01/2017 11:17:13

A fuga de 17 detentos da cadeia pública localizada no Complexo Penitenciário da Mata Escura, na madrugada de ontem, terminou com a demissão do diretor do local, o Capitão da Polícia Militar, Pablo Fagner Araújo Carvalho, e do vice-diretor Paulo César Gonçalves.

As exonerações foram determinadas pelo governador Rui Costa foram publicadas no Diário Oficial deste sábado (14). De acordo com o chefe da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap), Nestor Duarte, os substitutos vão ser escolhidos pelo governador.

“Abrimos uma queixa na polícia, fizemos todo o levantamento, esteve lá o delegado da área da Polícia Civil, os batalhões de Guarda, Choque estão na rua para recapturar os 17 que fugiram e abrimos uma sindicância interna para apurar o que aconteceu. Vamos aguardar o resultado, mas o governador entendeu que deveria substituir e deve ser publicado no Diário deste sábado. Nós estamos submetendo esses nomes ao governador, o ato da nomeação e exoneração é dele, mas é em conjunto”, explicou Nestor em conversa com a Tribuna da Bahia.

Questionado se as demissões têm relação com a crise no sistema carcerário brasileiro, desencadeado após as chacinas de presos em penitenciárias da região Norte, movida por disputas entre facções pelo controle do tráfico de Drogas, o secretário disse apenas que o estado vem fazendo o possível para manter o sistema prisional baiano em ordem.

Segundo Nestor, atualmente a população carcerária baiana é de 15 mil presos, sendo 13 mil em penitenciárias administradas pelo estado e outros dois mil em delegacias. A expectativa é de que mais três mil vagas sejam disponibilizadas nos próximos 60 dias com as inaugurações em Salvador, Barreiras, Brumado e Irecê.

“Essa área nossa é muito nervosa. Fizemos ao longo desses anos o nosso dever de casa, abrindo vagas. Inauguramos no ano passado o presídio em vitória da Conquista, com 750 vagas, segunda abre licitação do presídio de Barreiras, dia sete a do de Salvador, mas 666 vagas, e dia 18 a do de Irecê, com mais 533 vagas. Tem ainda Brumado, que já está na Procuradoria o pedido para abrir licitação, e a ampliação de Juazeiro”, disse o secretário.

Temos investido na ressocialização, cursos para 90 presos, trabalhando temos 520. Temos investido em penas alternativas ao invés do encarceramento, o juiz poder condenar por uma pena alternativa, Temos procurado atuar com recursos próprios do governo do estado, tanto no governo Wagner quanto do governo Rui. Fizemos ampliações, toda essa preocupação dando a importância na segurança pública foi feito. É uma luta cotidiana que a gente tem, mas às vezes foge do controle e de forma criminosa se consegue colocar drogas, armas brancas, as vezes de fogo. Não é uma tarefa fácil, mas estamos tentando identificar o que aconteceu na cadeia pública”, finalizou.

Governo amplia esforços para gerir sistema prisional

Durante entrevista exclusiva à Tribuna em julho do ano passado, Nestor Duarte já havia falado dos esforços para gerir o sistema prisional baiano. De acordo com a Seap, cada preso custa cerca de R$ 3 mil aos cofres públicos.
Nos últimos dias, o governo federal adiantou o lançamento do plano de segurança nacional e em dezembro do ano passado já havia liberado R$ 1,2 bilhão do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) para investimentos na construção de presídios e modernizações do sistema penal.

“Um preso custa 3 mil, um preso na tornozeleira custa em torno de R$200 a R$250. Temos as centrais de penas alternativas. Quando eu cheguei tínhamos oito, já ampliamos para 16 e já aprovamos em assembleia subir para 21. No caso da pena alternativa você tem um custo de 52 reais por preso cumprindo penal alternativa e a vantagem social desse indivíduo estar trabalhando em uma creche, hospital, em alguma área social, pagando essa condenação, mas não vai para a cadeia. É como se o estado desse uma nova chance”, disse.


 
 

 

 


 

 

 
 



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