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NOTÍCIAS
 
Vitória 2x1 Bahia
28/04/2017 11:15:07

E o Bahia estaria virando freguês do Vitória? Em 11 jogos contra o Vitória só ganhou 1. O Vitória levou 7.

Deu Leão ( 2 x 1 ), mais uma vez, no primeiro clássico baiano com torcida única no estádio, o ‘achado’ dos que desprezam o futebol e nada entendem de segurança pública. O jogo foi no Barradão, noite outonal de quarta-feira, com cerca de 14 mil pessoas nas arquibancadas em vermelho e preto.

Freguesia? Nos últimos 11 BaVis, o Bahia venceu apenas um. O Vitória, sete.
*

Com bola rolando...

Antes do apito inicial do árbitro a chuva chegou de com força. Menos de um minuto de jogo, quatro faltas assinaladas pelo árbitro potiguar Caio Max Vieira (RGN). O Leão mais à frente, um tricolor cauteloso, no começo.

- Mas foi o Bahia que abriu o marcador, aos 4 minutos, o apoiador Édson cabeceando livre na pequena área um escanteio cobrado por Régis: 1 x 0 Bahia.

- Aos 15’, Hernane fez falta grosseira em David e levou cartão amarelo; o lance provocou o primeiro ‘bafafá’ da partida e o centroavante do tricolor levou a pior na disputa, sentiu a perna (suspeita inclusive de fratura na canela) e foi substituído por Gustavo.

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Com apenas dois minutos em campo, Gustavo foi expulso após um choque com o zagueiro Kanu, que encenou bastante. Não foi lance para expulsão. Os dois entraram forte na disputa do lance, sem maldades. No máximo mereciam cartão amarelo os dois atletas: Kanu pelo pé alto e Gustavo pelo braço levantado em defesa, não houve a alegada ccotovelada. O resultado foi uma confusão, com atletas das duas equipes, inclusive os reservas trocando insultos, empurrões e ameaças de lado a lado. O árbitro ‘administrou’.

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- Aos 28’, Armero enfiou uma bola da intermediária para Allione que entrou de frente para Fernando Miguel, tentou por cobertura e cobriu o travessão, perdendo a chance de ampliar o placar. Aos 32, Fernando Miguel fez uma ótima defesa num chutaço de Edigar Junio. Aos 33’ por pouco Cleiton Xavier não empatou, mergulhando de cabeça num cruzamento de Deivid da direita; a bola passou perto do poste de Jean.

- O Vitória chegou ao empate aos , após uma bola espirrada entre André Lima e Lucas Fonseca, que sobrou no alto, livre, Euller meteu a cabeça e encobriu Jean que saiu em falso do gol. Bobeira: 1 x 1.
Surpreendentemente, o treinador Guto Gordiola retirou o meia Régis, bem no jogo, e colocou Zé Rafael.

- Aos 39’, William Farias despejou uma bomba, de longe, e acertou o travessão; a bola bateu em cima da linha do gol, mas a torcida pediu gol. Aos 42’, Allione pegou em cheio da entrada da área, Fernando Miguel triscou e a bola chocou-se no travessão rubro-negro.

Foi um primeiro tempo de arrepiar, com duas bolas na trave, dois gols feitos e alguns perdidos, uma expulsão por demais contestada, muito empurra-empurra, emoções de sobra e muito assunto pra resenha.
A despeito de jogar com um atleta a menos boa parte do primeiro tempo, foi o Bahia quem criou mais chances de golear, explorando sobretudo o lado esquerdo frágil da defesa rubro-negra.

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Nenhuma mudança nos vestiários para os 45 minutos finais, o tricolor com um atleta a menos em campo.
- Aos 6 minutos, mais um escanteio alçado, bololô na área, André Lima caído empurrou para as redes com o pessoal do Bahia reclamando de falta: 2 x 1, de virada. Três minutos depois, num escanteio do outro lado, quase o empate tricolor.

- Aos 14 min, Allione puxou o contragolpe, Edigar tabelou com Zé Rafael que se livrou da zaga e teve tudo para empatar mas errou o alvo, a bola cobriu o travessão.

- Aos 20’, Argel retirou Cleiton Xavier e colocou Paulinho. Aos 23’, noutra bola alçada, André Lima disputou com Luas e a bola sobrou para David que encheu o pé e errou por muito pouco.

Por volta dos 30’, após receber uma entrada por trás, violenta de Gefferson, o apoiador Edson saiu machucado, substituído por Juninho. Argel retirou o improvisado Euller e colocou o argentino Dátolo no meio campo rubro-negro. Logo depois, tirou Deivid e pôs Pineda; mesmo com um atleta a mais, sangue novo em campo.

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Aos 40’, mais uma vez, vergonhosamente, as lâmpadas das torres de iluminação de um lado do Barradão apagaram. Jogo parado, interrompido. Então, os atletas de Bahia e Vitória trocaram amenidades, em paz, fazendo a chamada resenha de boleiros.
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Com 24 minutos de paralização, a bola voltou a rolar, com 42 minutos de jogo, conforme o árbitro. O árbitro acrescentou mais 4 minutos. Jogadores exaustos e o Leão mais inteiro até porque com um a mais em campo. Um chute de fora de Willam Farias, de um lado, outro de Juninho pelo tricolor e ... nada mais.

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Destaques:
- O ‘calor’ de Deivid em cima de Armero; a vitalidade e vivência de William Farias, os melhores do rubro-negro.
Dos tricolores, o melhor jogo de Allione, a valentia de Édson ... Edigar Júnio.
- Os treinadores: Guto mais sereno e Argel inflamado.

A arbitragem potiguar foi caseira; o Sr Caio Max se equivocou na expulsão de Gustavo e, de certa maneira, prejudicou o clássico e facilitou as coisas para a equipe da casa.

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O Ba x Vi que decide qual equipe baiana vai à final, disputar o título do Nordestão 2017, acontece no domingo ( dia 30 ) à tarde. Os 2 x 1 nada definiram.
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Santa Cruz e Sport Recife disputam qual a equipe pernambucana que vai à final. O primeiro confronto entre os pernambucanos é sábado, na Ilha do Retiro, casa do Sport. No dia 3 de maio, no Arruda, toca da ‘cobra coral’, a partida de volta, decisiva.
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Os jogos finais da Copa do Nordeste acontecerão nos dias 17 e 24 de maio.
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Dá pra entender?

“Num bulam no meu BaVi” !
A ‘proba/poderosa CBF ordenou que os BaVis terão torcida única no estádio.

Clássico baiano... baianices, que importa? E foda-se a mistura, a possibilidade de crescer humanamente. Mais segregação. E as cores, as caras, as ‘resenhas’?
Impõem, na prática, de cima pra baixo, que o jogo de bola tenha feição de confrontos de facções, a ação das gangues chancelada. Venceram.
Escarram no sonho.
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Jogo, dinheiro, cachaça e política é coisa do malino, seu menino ! 

(Foto EC Bahia)


 
 

 

 


 

 

 
 



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