Página Inicial  |  Perfil  |  Equipe  |  Contato  | 
Links

  

redacao.noticia@noticiacapital.com.br
71 9128-9520

                             
 
  Home - Notícias - Bahia investiu o dobro da média nacional em 2016
 

Categorias

  Brasil
  Cultura
  Cursos & Concursos
  Dos Blogs & Sites
  Economia
  Educação
  Entrevistas e Reportagens
  Esporte
  Geral
  Internacional
  Mosaico
  Municípios
  Notas
  Opinião
  Politica
  Salvador
  Saúde & Medicina
  Turismo
 

Colunistas

 Agenor Calazans
 Aldo Trípodi
 Alessandra Nascimento
 Gerson Brasil
 Gil Vicente Tavares
 Guto Amoedo
 Kim Niederauer
 Marcelo Torres
 Valter Xéu
 Vitor Carvalho
 

Serviços

  Coelba
  Embasa
  Auxílio a Lista
  Prefeitura de Salvador
  Previdência Social
  Receita Federal
 
NOTÍCIAS
 
Bahia investiu o dobro da média nacional em 2016
30/04/2017 10:32:55

A Bahia investiu o dobro da média nacional em 2016 e está, junto com o Ceará e o Piauí, no grupo dos três únicos estados brasileiros a destinar cerca de 11% de suas receitas a investimentos, destaca o jornal Valor Econômico em sua edição desta quinta-feira (27). Tomando por base estudo da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), o jornal ressalta que o investimento é um índice de saúde financeira dos estados por constituir um “gasto de qualidade”, em contraposição, por exemplo, às despesas com a manutenção ou custeio do setor público. 

Os três estados nordestinos contrariam o desempenho do conjunto das administrações estaduais no país, que reduziram os investimentos. Ainda de acordo com o Valor, Bahia, Ceará e Piauí também têm em comum o endividamento baixo, distante do limite de 200% da receita previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal, e o fato de contarem com recursos mais do que suficientes para cobrir imprevistos orçamentários este ano.

 De acordo com o economista-chefe da Firjan, Guilherme Mercês, citado no texto, investir ou reforçar o caixa são opções à disposição dos estados nessas condições. "É uma decisão de gestão, mas tecnicamente tanto o caixa alto quanto o investimento alto são indicadores de saúde financeira, já que o investimento é possível de cortar em períodos de crise", afirma o economista.

 

            Medida anticíclica

 No caso da Bahia, o investimento aumentou 41,42% em 2016, na comparação com 2015. O total investido em infraestrutura, infraestrutura hídrica, mobilidade urbana, saúde, educação, desenvolvimento rural e combate aos efeitos da seca, entre outros itens, somou R$3,24 bilhões no ano passado. O secretário da Fazenda, Manoel Vitório, lembra que este montante correspondeu a 7,58% da despesa total de R$ 42,8  bilhões do Estado, o que torna a Bahia líder entre as administrações estaduais no que se refere a este critério. Em 2017, de acordo com Vitório, a Bahia deve manter os investimentos no mesmo patamar. "Estes gastos são importantes inclusive como medida anticíclica em um momento de recessão, quando os investimentos estaduais estimulam a economia, não apenas criando a infraestrutura necessária ao desenvolvimento como gerando emprego e renda".

 

                De acordo com Vitório, o equilíbrio fiscal é a condição necessária para a manutenção dos investimentos, e na Bahia esta condição tem sido assegurada principalmente pelo esforço do fisco estadual na arrecadação própria, associado à contenção das despesas que vem sendo assegurada por medidas de qualidade do gasto adotadas desde o início da atual gestão: houve corte de quatro secretarias, extinção de dois mil cargos públicos e uma nova estrutura criada na Sefaz, a Coordenação de Qualidade do Gasto Público, passou a monitorar as despesas com custeio da máquina, tendo alcançado uma economia real de R$ 1,2 bilhão no período 2015-2016.

 

O Estado segue pagando rigorosamente em dia os salários dos servidores, honrando os compromissos com fornecedores e mantendo a dívida sob controle, ressalta Vitório. De acordo com o secretário, o bom perfil de endividamento tem permitido historicamente ao Estado acesso a operações de crédito, um recurso fundamental para a manutenção da pauta de investimentos. O déficit primário de R$ 1,1 bilhão contabilizado pelo Estado em 2016, inclusive, está relacionado à utilização de superávits financeiros provenientes sobretudo de operações de crédito: esses dispêndios não são considerados receitas fiscais, de acordo com a legislação, mas têm que ser registrados como despesas fiscais, o que resulta em déficit.

 

            Gastos com pessoal

 

A Bahia contesta, por outro lado, o dado constante no estudo da Firjan no que diz respeito à relação entre despesa de pessoal e Receita Corrente Líquida (RCL): de acordo com as Demonstrações Contábeis Consolidadas do Estado, documento elaborado em conformidade com a Lei de Responsabilidade Fiscal, as despesas ficaram em 55,53% da RCL, já contabilizados os gastos com inativos, e não em 63,4%, como apontou a Firjan.

 

No que diz respeito especificamente ao Executivo, a despesa de pessoal em 2016 ficou em 46,32% da RCL, ante 47,61% de 2015. Nos dois últimos anos, esta despesa permaneceu acima do limite prudencial estabelecido pela LRF para o poder Executivo, que é de 46,17%, mas abaixo do limite máximo de 48,60%.  Tanto as despesas totais quanto as do Executivo vêm registrando tendência de queda no indicador.


 
 

 

 


 

 

 
 



Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.



 
 
create', 'UA-40109063-1', 'noticiacapital.com.br'); ga('send', 'pageview');