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Torcedor leva fé e Bahia vai a final do Nordestão
01/05/2017 09:46:47

Só deu Bahia. Fez o placar 2 x 0 e foi superior em campo, jogando bola. Com o triunfo, o tricolor vai mais uma vez à final da Copa do Nordeste. Disputa o título contra um pernambucano, Santa Cruz ou Sport do Recife. 

Foi uma grande partida.
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Vermelho, azul e branco

Fonte Nova, domingo de sol outonal, tempo limpo, torcida única, clima tri-colorido desde cedo nas proximidades do estádio ... os jogadores do Bahia adentrando o estádio a pé, pelo meio dos torcedores.

O jogo valia classificação para a final da Copa do Nordeste 2017. O Vitória há 11 jogos sem perder um clássico. O Vitória de camiseta branca e calções pretos e o Bahia com a beca tricolor e calções azuis.
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Quase 35 mil tricolores nas arquibancadas, bem mais do que o dobro dos rubro-negros no Barradão, e as duas equipes em campo com pequenas e significativas mudanças, forçadas: Kieza, de volta ao ataque do Vitória, em lugar de André Lima, machucado; O Bahia sem o centroavante Hernane - três meses no mínimo fora de combate com uma fratura na canela - , jogando com Allione, Edigar Junio e Zé Rafael no ataque.

Arbitragem cearense, sob comando de Luis Cesar de Oliveira Magalhães.

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Valendo:

A partida começou num clima bem diferente do jogo no Barradão, muita luta pela bola mas sem faltas desleais, sem provocações, disputa leal, futebol apenas. Aos poucos, foi esquentando. Sem retrancas, jogo aberto, o tricolor mais à frente, mas até os 20 minutos nenhum lance de perigo, nada de finalizações.

A primeira grande chance aconteceu aos 30’, numa trama pelo meio, Edigar Junior bateu forte e rasteiro da entrada da área para ótima defesa de Fernando Miguel, no rodapé. Aos 34’, numa cobrança de falta executada por Régis, Édson chegou atrasado por um triz na pequena área.

- 1 x 0 Bahia. Contragolpe, bom passe de Regis e Allione, com um belo chute de canhota, de fora da praça, acertou o ângulo abrindo o marcador, aos 39 minutos.

Com o gol, ficou claro a mudança de postura do rubro-negro, adiantando a marcação, buscando mais o ataque. Num todo, o Bahia foi melhor na primeira etapa, trabalhou mais a bola e esteve mais tempo próximo da área adversária. Placar justo.
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Com o placar favorável e classificando o tricolor, óbvio que teríamos uma segunda etapa com um panorama diferente, o rubro-negro na obrigação de golear, reverter o resultado. Com 3’ de bola rolando, o zagueiro Fred sentiu fisgada no músculo da coxa e pediu substituição; entrou Allan Costa.

Aos 5 min, numa falta longa alçada na área tricolor, Jean saiu mal, a bola sobrou e quase sai o empate. O Bahia respondeu com trama de Allione e Eduardo pela direita; o lateral bateu forte para defesa arrojada de F.Miguel. Aos 8’, Argel retirou o lateral Géfferson, Euller ocupou a lateral esquerda e Gabriel Xavier entrou na meia. Aos 9’, Régis rolou para Allione, de cara, mas o meia argentino perdeu, não acertou o gol. O Bahia chegando bem pelo lado direito.

O tricolor chegou aos 2 x 0 aos 16 min, em nova trama pelo lado direito, cruzamento de Eduardo, Régis dominou na área, levou Kanu e bateu na saída do goleiro.

Mas, na comemoração, enlouquecido diante da torcida, Regis terminou levando cartão amarelo e foi expulso. O Bahia com menos um em campo. Aos 18’, Patrick segurou Edigar Junio que ia entrar livre... e também levou cartão, foi expulso. As duas equipes, aos 20 minutos do segundo tempo, com 10 homens em campo.

Guto trocou o pesado e cansado Lucas Fonseca por Jackson, aos 25. O jogo ficou pegado e perigoso, imprevisível. O rubro-negro correndo atrás de um gol para forçar a disputa nos pênaltis, avançou suas linhas e Argel mandou alçar bolas na área. Num contragolpe, quase o Bahia amplia, num chute de Edigar Junio para boa defesa de F.Miguel, aos 30.

Os treinadores Argel e Guto lançam mão de seus último cartucho: de um lado, saiu Cleiton Xavier para a entrada de Paulinho. Do outro, saiu Ze Rafael e entrou Juninho, aos 35 min. Tenso e indefinido. Aos 42, entrou Mateus Peixoto no lugar de Edigar Júnio.

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Destaques:

A dinâmica do lateral Eduardo, a seriedade de Tiago, a experiência de Armero, muito bem Edigar Junio de centroavante e o melhor de todos: Allione.

No Vitória, William Farias, como sempre sobressaindo-se pela luta e liderança.
Boa arbitragem cearense. E uma beleza de festa nas arquibancadas, em campo e nos arredores, pela cidade.


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Maus exemplos
Após o jogo, algumas cenas lamentáveis, na saída para os vestiários envolvendo alguns jogadores. O fato é que os atletas, a equipe do Vitória precisa aprender a perder com decência. O jogo foi limpo!
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Mais nordestão
No sábado, na outra semifinal, o Santa Cruz derrotou o Sport (2 x 1) dentro da Ilha do Retiro. A decisão é quarta, no Arruda, com vantagem para a “Cobra Coral’ pernambucana. Um jogo duro mas bonito, leal, sem presepadas.
Um dos dois enfrenta o Bahia. A decisão do título de Campeão do Nordeste acontece depois da definição dos campeonatos estaduais.
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Na Bahia, o BaVi costumeiro decide o Baianão 2017. Em Pernambuco, o Sport decide com o Salgueiro, a zebra pernambucana.
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BaVi / Baianão
O primeiro BaVi pelo título baiano acontece na quarta-feira, na Fonte Nova. O jogo da entrega da taça do Baianão 2017 será domingo, dia 7, no Barradão. Esperamos que seja apenas futebol, jogo de bola. Sem presepadas, sem violências, sem arbitragens facciosas, sem ‘valentias’. A Bahia merece algo mais civilizado.

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- Paulistão/Corínthians:

Trinta e oito anos depois, Corínthians e Ponte Preta começaram a decidir o Campeonato Paulista. No primeiro confronto, em Campinas, deu Corínthians, fácil: 3 x 0. Uma ótima vantagem para a decisão, quarta, no Itaquerão.
- Carioca / Mengo:
O clássico mais charmoso do futebol brasileiro, o Fla x Flu, decide o Carioca 2017, 26 anos depois. No jogo deste domingo o Flamengo saiu na frente, 1 x 0, mas nada está definido.
- Zebra no Beira Rio:
O Internacional, em casa, empatou com a ‘zebra’ Novo Hamburgo, 2 x 2, e o Gauchão continua aberto. O Colorado vai ter de comer muita grama pra derrotar a zebra.
- Mineirão :
Cruzeiro 0 x 0 Atlético, equilíbrio. A decisão sai no meio da semana.

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Tostão, definitivo:

“Assim como Messi é mais completo que Maradona e Cristiano Ronaldo, Pelé era mais completo do que Messi”.
Obs: Tostão jogou contra e ao lado de Pelé. Viu de perto Maradona e acompanha Messi. Escreve, comenta futebol e conhece demais do traçado. Concordo com ele.

(Foto do EC Bahia)

 


 
 

 

 


 

 

 
 



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