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Não sabia que Marisa tinha visitado tríplex, diz Lula a Moro
10/05/2017 20:38:04

O juiz Sergio Moro deu início à audiência, na tarde desta quarta (10), em Curitiba, assegurando que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) iria ser "tratado com o máximo respeito, como qualquer acusado, igualmente pela condição do cargo que o senhor ocupou no passado, o senhor ex-presidente pode ficar absolutamente tranquilo quanto a isso".

Enquanto Lula apenas assentia com a cabeça, Moro procurou "tranquilizar" Lula que ele não teria possibilidade de ser preso no depoimento.

Lula foi ouvido por quase cinco horas em audiência fechada. Nesse processo, em que é réu, o ex-presidente é acusado de receber propina da empreiteira OAS em troca de benefícios à empresa na Petrobras nos governos petistas.

"Queria deixar claro que, em que pesem algumas alegações nesse sentido, de minha parte não tenho qualquer desavença pessoal em relação ao senhor ex-presidente, certo? O que vai determinar ao final vão ser as provas que vão ser colecionadas e a lei. Também vamos deixar claro que quem faz a acusação nesse processo é o Ministério Público, não o juiz", afirmou Moro.

Em resposta à fala de Moro sobre eventuais "perguntas difíceis", que não consistirão em afirmações. "Não tem pergunta difícil, doutor, quando alguém quer falar a verdade, não tem pergunta difícil", interveio o ex-presidente.

No depoimento, o ex-presidente foi questionado por Moro sobre troca de mensagens que tratam das reformas no sítio e no tríplex. "Eu não sou obrigado a responder mensagens de duas pessoas alheias a mim", disse Lula, em tom de irritação. "Eu vim aqui preparado para responder tudo o que perguntarem e pra não ficar nervoso. Se tem uma coisa que eu me preparei é pra não ficar nervoso".

O petista afirmou só ter tratado do tríplex em Guarujá com Léo Pinheiro, da OAS, em uma visita do sócio da empresa ao Instituto Lula e no dia em que o petista foi visitar o prédio. "Nunca mais tratei de tríplex, nem de 'quatruplex'", disse.

O ex-presidente também foi questionado sobre contatos telefônicos entre Pinheiro e Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, que antecederam visita do sócio da OAS à entidade que leva o nome do petista.

Sobre os contatos, disse que "os dois são vivos, pode perguntar para eles", rindo. O petista afirmou ainda que "o Léo não tratava de tríplex, o Léo tratava de empresa, o Léo tratava de economia".

VISITA

Moro questionou Lula sobre uma visita ao tríplex de Marisa Letícia, em agosto de 2014, época em que Lula diz que já havia desistido da compra do imóvel.

Lula disse: "Eu não sabia que tinha tido visita. Não sei o senhor tem mulher, mas nem sempre ela pergunta para a gente o que vai fazer."

O juiz questionou o petista sobre testemunhas que disseram que o apartamento estava sendo preparado para o ex-presidente. O advogado de Lula fez uma intervenção e pediu que Moro especificasse quais testemunhas. Lula, então, intervém: "Eu posso falar? Eu quero evitar que o senhor brigue muito com o meu advogado".

Moro respondeu: "É o seu advogado que está brigando, eu estou tentando fluir com a audiência". Lula e o advogado dão risada, em um momento de descontração.

IMPEACHMENT

Moro também perguntou a Lula sobre a nomeação de Paulo Roberto Costa para uma diretoria da Petrobras com o apoio do Partido Progressista.

"O presidente da República não toma conta de todos os cargos do governo, nem é possível. Se um presidente da República tem confiança, e quando ele compõe o ministério ele compõe com pessoas que ele confia, ele delega."

O ex-presidente falou que o contato com a base era constante. "Eu fazia reuniões sistemáticas com os líderes de partido. Se a presidente Dilma tivesse me seguido, não teria tido impeachment", disse Lula.

Ao final de seu depoimento, Lula fez referência à famosa apresentação em Power Point feita pela força-tarefa da Lava Jato. "Estou sendo julgado pela construção de um Power Point mentiroso. Aquilo é ilação pura. Aquilo deve ter sido um ou alguns cidadãos, com todo respeito, que, desconhecendo a política, fizeram um Power Point porque já tinham a tese anterior de que o PT era uma organização criminosa e que o chefe era o Lula e que o Lula montou o governo pra roubar"

O petista fez uma declaração a Moro.

"Estou sendo vítima da maior caçada jurídica que um político brasileiro já teve. Eu quando fui eleito, eu tinha um compromisso de fé. Eu me espelhava no [Lech] Walesa na Polônia, que depois de ter sido presidente tentou se reeleger e teve apenas 0,5%" (Da Folha on line)


 
 

 

 


 

 

 
 



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