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Deputado diz que golpe completa um ano e acusa desmonte
13/05/2017 11:27:33

Exatamente um ano após a presidenta Dilma Rousseff ter sido afastada do cargo, em 12 de maio de 2016, o deputado federal Daniel Almeida (BA), que era líder do PCdoB no Congresso à época, avaliou que as previsões feitas naquele ano já podem ser confirmadas. “Não foi para tirar a presidenta. Foi para impor um outro projeto”, disse Daniel, em uma audiência pública que aconteceu em Salvador, ontem, sexta-feira (12/05), quando se completa um ano da abertura do processo de impeachment no Senado.

 

O evento, organizado pela Comissão de Direitos Humanos e Participação Legislativa do Senado, tinha como objetivo analisar os impactos das reformas trabalhista e previdenciária de Temer. Na ocasião, Daniel criticou, principalmente, a reforma trabalhista, talvez por ter sido membro da comissão que analisou a matéria na Câmara dos Deputados.

 

“A CLT [Consolidação das Leis Trabalhistas] foi jogada na lata de lixo. Na Comissão [da reforma], foram apontados os prejuízos, mas tudo entrou, como dizem, ‘em um ouvido e saiu pelo outro’. Isso porque o projeto foi feito nos gabinetes dos empresários, para favorecer os patrões contra os direitos dos trabalhadores”, garantiu o parlamentar comunista.

 

Daniel lembrou, ainda, da reforma da previdência, do congelamento dos investimentos públicos e da aprovação da lei que amplia as possibilidades de terceirização - até então destinadas apenas às atividades-fim (como limpeza e segurança, por exemplo), mas que se estenderão às atividades-fim (relacionadas à atividade principal da empresa). “É um desmonte total”, acrescentou.

 

Resistência

Apesar do cenário difícil, Daniel é otimista e enxerga na resistência popular uma maneira de barrar as ações de Temer, ainda em curso. “O povo brasileiro já compreendeu esse processo. O que vai fazer a diferença é a atitude do povo brasileiro. Não podemos ficar passivos. Devemos ir às ruas, mobilizar em cada lugar que atuamos, pressionar os deputados”, disse.

 

O deputado elogiou a organização da greve geral do último dia 28 de abril, que, segundo ele, teve um grande impacto no cenário político, e conclamou a sociedade a continuar mobilizada. “Vamos continuar essa caminhada para barrar esse golpe no País”, finalizou.


 
 

 

 


 

 

 
 



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