UMA LUZ NO FINAL DO TUNEL

      



Por Cláudio Niederauer

Penso logo existo. Pessoal sou um ser humano com minhas virtudes (-) e defeitos (+), medianamente racional. Por princípio estaturo-ponderal cultural, não tenho preconceito sobre quaisquer assuntos que rolam nas redes sociais, mas alguns que me chateiam são os ‘mimimis’ alardeados por aqueles agentes das trevas cerebrinos que opinam sandices sem pesquisar a origem sobre o mote do momento, seja evidentemente por ignorância ou por uma mente politicalha fanática, que para mim são uns cegos e surdos nesse agitado mundo que convivemos, mas infelizmente não são mudos e, ou ainda neste contexto, nutrida pela mídia falada, escrita e televisada, algumas inabilmente dirigidas, provocativas e mal-intencionadas. E, ainda, temos que somar a estes cazumbis, aqueles grupos de origem anfibológica que insistem em seus discursos hegemônicos e massificantes que mais confundem do que esclarecem.

Esses “Comentaristas Alienados” transformam temas sérios e polêmicos em ‘mimimis,’ estupidamente idiotas e inflando a mente de muitos analfabetos funcionais (eles também elegem nossos representantes políticos), tendo em vista que alguns aparelhos de mídia-eletrônica estão ao alcance deles, hoje necessário ao nosso cotidiano, mas comumente mal utilizados.

Bem, li e transcrevo uma mensagem bacana: ” Pela comunicação/mídia não podemos somente divagar SOBRE, mas precisamos falar COM sobre estes assuntos polêmicos, para isso não precisamos de rótulos ordinários, necessitamos olhar, entender e AGIR junto pelo bem do outro por estes meios de comunicações e darmos a abertura, a aceitação, a compreensão, a empatia dos ‘mimimis’ sem polemizar”. Sermos inteligentemente comedidos e até permissivo em nossas opiniões, sem perder a essência do nosso aforismo.

Para que isso aconteça entra aqui o fator implexo do equilíbrio comportamental das relações humanas: o Bom Senso. Ou seja, cada um deve procurar viver no seu quadrado, respeitando o marco imaginário entre o contexto moral e o conceito ético do seu semelhante oponente. Seria uma utopia?

Concluindo: pelas vivências e os placares sociais que marcaram a minha vida, acredito não haver algum contradito em meu texto, basta ler e ou ouvir os comentários nos assuntos polêmicos o que ratificam o meu pensamento.

Para finalizar, a menina Themis apavorada tirou a venda dos olhos, quebrou a espada e jogou para longe a balança da justiça e correu em direção ao túnel na esperança de encontrar uma luz lá no horizonte sombrio.