Campanha de vacinação antirrábica segue até o fia 14

      



Com postos espalhados por todos os bairros, Lauro de Freitas realizou sábado (30), o Dia de Mobilização da Campanha de Vacinação Antirrábica. A população aderiu levando seus animais para receberem a dose que protege contra a doença.
“É uma responsabilidade nossa zelar pela segurança do animal, das pessoas e dos outros animais que convivem com ele. Não basta só ter o animal, tem que cuidar”, explicou Berenice Foza, dona do pequeno Bili da raça greyhound italiano.
Daniele Lima que levou o gato Maurício para vacinar, chamou atenção para o cuidado com os animais e seres humanos. “A vacinação além de evitar que o animal fique doente garante a prevenção também para nós que somos protetores. Ainda vou em casa buscar meus outros nove gatinhos para serem vacinados também”.

A campanha de vacinação antirrábica é um fator contribuinte para o controle da doença no município, como explica a médica veterinária do Centro de Controle de Zoonoses de Lauro de Freitas, Selma Pacheco. “A prefeitura tem o dever de disponibilizar os métodos de prevenção, mas a responsabilidade é dos donos de manter a vacinação dos animais em dia. O animal deve ser vacinado uma vez por ano”.
A busca aos postos de vacinação superou a expectativa, mas o coordenador do CCZ Centro de Controle de Zoonoses, Ricardo Vieira, alerta que a campanha continua até o dia 14 de outubro para quem ainda não levou seu animal para vacinar. A sede do Centro de Controle de Zoonoses, na Quinta do Picuaia, s/n é um ponto permanente de vacinação, com atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3288-8912.

Doença é letal
A raiva é uma doença viral, progressiva e letal. É transmitida pela saliva infectada que entra no corpo por meio de uma mordida ou pele lesionada. Qualquer mamífero é capaz de transmitir raiva. Os que mais costumam causar a doença são gatos e cachorros.
Os principais sintomas da doença são dor no local da mordida, baba em excesso, convulsão, espasmos musculares e febre. Em caso de mordida de algum animal que não esteja devidamente vacinado, a vítima deve lavar o local imediatamente com água e sabão e se dirigir a unidade de saúde mais próxima para atendimento médico. Mais de 50 mil pessoas morrem por raiva no mundo, principalmente em países da Ásia e da África.