Café-Teatro Rubi apresenta, hoje, Jards Macalé

      



O cantor e compositor JARDS MACALÉ, um dos mais festejados da
Tropicália, sobe ao palco do CAFÉ-TEATRO RUBI, SHERATON DA BAHIA, em
show de voz e violão, hoje (02) ÀS 20H30, com um
repertório de composições essenciais como Farinha do Desprezo,
Movimento dos Barcos, Gotham City, Vapor Barato, Hotel das Estrelas,
Negra Melodia, Mal Secreto, dentre outras de sua galeria de sucessos.

Moderno na essência, inquieto e irreverente, Macalé sempre esteve
ligado aos principais nomes da vanguarda cultural. Artista múltiplo,
que transita com total liberdade em diversas esferas da arte, foi
parceiro musical de magníficos poetas, cineastas, artistas plásticos e
músicos. Seu nome surge naturalmente em qualquer referência ao
conceito de artista independente.

A obra de Macalé, além das suas originalíssimas interpretações,
também ganhou cores nas vozes de uma infinidade de artistas importantes
da MPB como Gal Costa, Nara Leão, Elizeth Cardoso, Maria Bethânia,
Adriana Calcanhoto, Frejat, Luiz Melodia e outros.

Violonista primoroso, formado na melhor tradição da música popular e
erudita, o artista carioca reafirma sua importância como músico,
compositor e intérprete, comemorando merecida fase de visibilidade e
reconhecimento. Sua obra se mantém atual e é cada vez mais valorizada,
com discos reeditados e remasterizados. Desta forma, Macalé vem
conquistando as novas gerações interessadas no melhor da cultura
musical brasileira das últimas décadas.

Como prova do seu talento e reconhecimento, sobretudo na área musical,
Jards teve sua vida e obra retratada nos filmes “Jards Macalé – Um
morcego na porta principal”, de João Pimentel e Marco Abujamra, e
“Jards”, de Eryk Rocha, ambos premiados no Festival do Rio, além do
curta “Tira os óculos e recolhe o homem”, de André Sampaio.
Macalé também atuou em “Big Jato”, filme de Claudio Assis, e
compôs a música que encerra o longa em parceria com o DJ Dolores.

Não foi à toa que o grande sambista Moreira da Silva lhe passou o
chapéu, em sinal de respeito, ao ver no músico um herdeiro de seu
humor e de seus breques. Jards Anet da Silva, o nosso Macalé, é, sem
dúvida, um dos artistas mais genuínos que a música brasileira já
produziu.