ACM Neto diz que Brasil precisa voltar a crescer em festa da Independência

         



Sete mil pessoas, sendo quatro mil militares e três mil civis, incluindo os membros das fanfarras de escolas municipais de Salvador, participam, na manha de hoje (07), das comemorações pela Independência do Brasil, em evento que começou na Praça Dois de Julho, no Campo Grande. O prefeito ACM Neto se faz presente nos festejos, ao lado de outras autoridades, como o governador Rui Costa, os presidentes da Câmara Municipal, Geraldo Júnior, e da Assembleia Legislativa da Bahia, Nelson Leal, além do comandante da 6ª Região Militar, general Marcos André da Silva Alvim.
 
"Estamos mantendo hoje a tradição, quando os baianos vão para as ruas para mostrar seu compromisso cívico e seu carinho com o Brasil, na esperança de um futuro sempre melhor. O Brasil precisa viver um novo momento, de retomada, de crescimento, de geração de emprego e melhoria da qualidade de vida das pessoas. Hoje também é um momento de renovar esses sentimentos. E os baianos estão mais uma vez mostrando isso", declarou ACM Neto. 
 
O desfile em comemoração à Independência do Brasil, que seguiu pela Avenida Sete de Setembro, cujas obras de requalificação seguem em ritmo acelerado pela Prefeitura, teve início com o hasteamento das bandeiras do país, da Bahia e de Salvador e execução do Hino Nacional. Logo depois, houve a apresentação da tropa ao comandante do desfile militar, coronel Luiz Eduardo Possídio Santos, e a revista pelo general Silva Alvim. 
 
Participam dos desfiles membros da Marinha, Exército, Aeronáutica, Polícia Militar, Bombeiros, Polícia Civil, Salvamar, Guarda Civil Municipal (GCM), SAMU, e outras entidades civis e até religiosas. Entre os veículos presentes, inclusive militares, despertando a curiosidade do público presente, estimado em três mil pessoas, se apresentam 138 viaturas e 50 motocicletas. Somente da GCM, foram 350 representantes para celebrar a data. 
 
"Essa é uma festa democrática,  com presença de crianças, de famílias, que participam ativamente. É uma aula de patriotismo fora de sala de aula, na rua, e que une civis e militares", disse o coronel Silva Alvim.