Comunistas já têm cinco pré-candidatos a prefeito para disputar capitais

         



Em Salvador para a oficialização da pré-candidatura da deputada estadual Olívia Santana a prefeitura de Salvador em 2020, a presidente nacional do PCdoB, Luciana Santos, disse, ontem, que o seu partido já tem cinco pré-candidatos a prefeitos para disputar as capitais brasileiras. Segundo ela, Aracaju, Salvador e Porto Alegre serão as prioridades da sigla.

“Estamos em um processo de construção e nas capitais onde evoluiu e já decidiu nós estamos antecipando para exatamente partir na frente e para desdobrar nas alianças que pretendemos construir”, declarou, em entrevista à imprensa. Em Salvador, o PCdoB lançou Olívia Santana, já em Porto Alegre Manuela D’Ávila é o nome. Ela foi candidata a vice na chapa presidencial derrota de Fernando Haddad (PT) no ano passado. E Edvaldo Nogueira, que é postulante à reeleição em Aracaju. Além dessas capitais, segundo Luciana Santos, a legenda terá pré-candidatos no Rio de Janeiro, com Brizola Neto, e em São Paulo, onde o baiano Orlando Silva vai disputar o Executivo.

“A eleição do prefeito Edvaldo, a candidatura da Manuela pelo peso que tem, ela lidera as pesquisas, e Salvador pela importância que tem dentro do contexto nacional são as candidaturas que vamos dar bastante atenção e acompanhar”, frisou a presidente do PCdoB. “A Bahia é um dos estados mais importantes do Brasil seja economicamente, seja politicamente e seja do ponto de vista cultural. Temos aqui a expressão mais natural do que é constituição da nossa nacionalidade. E temos um partido muito forte. É o maior partido do Brasil. Então, é mais do que justo que pudesse participar deste momento que é o lançamento da candidatura nas capitais”, emendou.

Luciana Santos fez um afago na deputada federal Alice Portugal, que também manifestou o desejo de ser candidata à prefeitura de Salvador, mas acabou sendo preterida e a escolhida foi Olívia Santana. Disse que a aliada "entende que é um projeto político coletivo e temos múltiplos papéis". "(Alice) é uma pessoa indispensável na luta política nacional. É uma pessoa que tem um papel a cumprir seja na eleição seguinte como também na luta, na resistência a essa agenda que está sendo imposta no país", pontuou.
*Da Tribuna