Argentina e Inglaterra fazem uma das semifinais da copa

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Por Zédejesusbarreto

Um golaço de Alvarez já no segundo tempo da prorrogação destravou o ferrolho suíço e pôs a Argentina, atual campeã do mundo, em mais uma semifinal de Copa. Os vizinhos sul-americanos enfrentam a Inglaterra, que venceu de virada (2 x 1) a Noruega, com dois gols de Bellingham.

  A Suíça encarou a Argentina. Levou um gol, empatou e jogava melhor, encurralava os sul-americanos até que o árbitro expulsou o centroavante suíço Embolo, por volta dos 27minutos do segundo tempo, por simulação de falta. A partir daí vimos uma batalha dos argentinos para varar a defesa do time europeu, o que só aconteceu na segunda etapa da prorrogação, com um golaço de Alvarez e, segundos antes do apito final, em contragolpe, Lautaro ampliando; 3 x 1 foi o placar final. Messi não fez gol mas foi fundamental para a construção do placar.

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Ficaram assim as semifinais:

 – França x Espanha, terça-feira, dia 14, às 16h, em Dallas

 – Argentina x Inglaterra, quarta-feira, dia 15, às 13h30, em Atalanta    

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Em Kansas City

– A Suíça começou melhor, atacando, tentando surpreender os atuais Campeões do Mundo, mas eles têm Messi. Foi dele o cruzamento da esquerda, em cobrança de escanteio, na cabeça de Mac Allister, aos 10minutos – a testada do meia e 1 x 0 Argentina. Um gol, assim no começo, costuma mudar o panorama do jogo. Os europeus tinham de ir pra cima.

Na manha, defendendo-se bem e sabendo quebrar o ritmo e o ímpeto do adversário, os argentinos desceram pro intervalo com a vantagem, 1 x 0, na única chance criada.   

  Um recomeço, na segunda etapa, em alta voltagem, aberto, lá e cá. A Suíça na pressão, os argentinos fechadinhos atrás, o goleiro Martinez aparecendo. E, aos 68min, o empate veio em boa trama pela esquerda, Ndoie bateu seco, cruzado, por baixo – 1 x 1. Justo, os suíços tinham o domínio das ações.

 Então, aos 71minutos, o árbitro expulsou o atacante suíço, Embolo, por simulação de falta, com a chamada e a indicação do VAR; quando a Suíça era melhor em campo. O atacante saiu em prantos. A Argentina muito favorecida pelas arbitragens nessa copa.  Pausa para hidratação. Claro, o treinador Lionel Scallone agradeceu e fez duas substituições mandando o time ao ataque, com um a mais em campo, em busca do triunfo e da vaga na semifinal. A Suíça encarou, fechou-se no ferrolho.

  O árbitro acrescentou 9 minutos ao tempo normal. Aos 92’, Messi tentou da entrada da área, de direita, quase marcou; a bola passou rente, o goleiro espiando. Pressão total dos argentinos, ataque x defesa. E a decisão foi para a prorrogação. As ações inteiras no campo defensivo suíço. Messi & Cia contra o ferrolho suíço.

  O gol do desempate e da classificação saiu aos 7 minutos do segundo tempo da prorrogação, num chute de longe, espetacular, de Julian Alvarez, pelo alto, acertando o ângulo do goleiro suíço, indefensável. No minuto final, em contragolpe, com a Suíça toda avançada buscando o empate, Lautaro Martinez só fechou o caixão suíço – 3 x 1.      

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  Em Miami deu Inglaterra

 Com dois gols do meia Bellingham, um dos grandes destaques dessa Copa, o segundo deles já na prorrogação, a Inglaterra venceu (2 x 1) o bom e guerreiro time da Noruega, num jogo duríssimo, brigado até o último apito. Não foi um triunfo fácil, muito pelo contrário. A Noruega deu testa, foi melhor nalguns momentos e sai dessa copa engrandecida, porque mostrou um futebol competitivo, um time valente e com jogadores destacados como o meio-campista Odeggard, o viking artilheiro Haaland (7 gols marcados em sua primeira copa), um tal Schjeilderup, o buliçoso Musa…

 Mas o grande nome do jogo dessa quarta de final, em Miami, foi mesmo o meio-campista Bellingham (que joga no Real Madrid), um atleta de futebol elegante, inteligente, incansável e já com 6 gols marcados na competição.

  A Noruega abriu o placar, num chutaço de Schjeilderup, mas Bellignham, com estilo, em jogada individual na área inimiga, empatou ainda no primeiro tempo. O segundo tempo foi disputado em alto ritmo, parelho, com gol anulado da Noruega (o VAR), pênalti marcado em favor dos ingleses e anulado pela arbitragem, também com auxílio do VAR, bolas na trave… E a decisão foi para prorrogação com alguns atletas já exaustos e deu-se a virada inglesa. Emoção até o fim. Jogão de bola!

  E a Inglaterra, com justiça – pelo bom futebol coletivo, estratégico, um grande goleiro (Pinkford), defesa sólida, jogadores de alto nível como Bellingham, Kane, Gordon, Saka…  –  volta a disputar uma semifinal de Copa, os ingleses sonham com um segundo titulo (venceu em 1966, em casa).

   No mais, parabéns aos noruegueses, pelo que mostraram no gramado e pelas remadas bonitas nas arquibancadas. Chegaram onde podiam, saem da Copa muito maiores do que entraram.

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   Dentro de campo, uma Copa do Mundo pra não esquecer, de grandes jogos, gols e muitos destaques individuais.

   E tem mais, os jogos finais prometem.

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Imagem IA