Bahia empata com Galo em Minas e chega a 30 pontos

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Por Zédejesusbarreto

Numa partida equilibrada, fora de casa, o Bahia empatou com Atlético Mineiro (1 x 1) em BH, e termina o primeiro turno da competição com 30 pontos ganhos, em sexto lugar. O Galo foi melhor na primeira etapa e fez seu gol, mas o Tricolor voltou mais aceso na segunda etapa, empatou e teve chance de vencer, meteu duas bolas na trave mineira, uma delas no último lance antes do apito final. Na asa do adversário, enfrentando um concorrente direto, o empate deve ser comemorado como bom resultado.

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Na Arena do Galo/BH

– Valendo pela 19ªrodada, fechando o primeiro turno do Brasileirão. O Galo mineiro em 11ºlugar, com24pontos ganhos (foi a 25); o Tricolor baiano com 29pontos (foi a 30), em sexto.

– Tempo limpo, gramado sintético, arquibancadas com bom público, mas não cheias, o Galo com seu uniforme tradicional, camisas listradas em p&b, calções e meiões pretos; o Bahia de camisetas brancas/com a faixa diagonal, calções e meiões brancos.  

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Com bola rolando…

Primeira chegada foi do Galo, aos 6min, após pixotada defensiva tricolor; o chute de Cuello saiu forte, cruzado da direita, para a intervenção de Ronaldo, desviando. O Atlético explorando bem o lado direito ofensivo. Duas tentativas perigosas de Cassierra, Ronaldo exigido. O Bahia perdendo o duelo no meio-campo, só na correria inócua do ‘fumacinha’ Ademir.

– Erick, aos 25’, na primeira tentativa do Tricolor, chute muito alto. O Bahia já equilibrava mais as ações, incomodando na frente, com Pulga se movimentando, caindo pro meio. Aos 34’, cruzamento de Nestor e cabeçada de William José na trave atleticana; a melhor chance de gol até então. Ademir tentou, aos 31’, chuteco pra fora.

– Gol! 1 x 0 Atlético, aos 43’. Depois de um assédio, escanteios, Bernard cruzou da esquerda, largo, o zagueiro Ruan subiu na quina da pequena área, lado oposto, testou no contrapé de Ronaldo, meio perdido no lance.

– Na sequência, Pulga foi atropelado na área mineira, os baianos pediram pênalti, o árbitro nem aí.   

Um joguinho ‘qualquer coisa’ no primeiro tempo. O Galo teve mais posse de bola e atacou mais, fez o gol já no finalzinho, na bola alçada. A melhor chance do Bahia foi a testada de W. José na trave. O meio de campo baiano marcou mal, frouxo, e produziu, criou pouco ou quase nada.

Segunda etapa – Outra história. No intervalo, Marcos Victor no lugar de Mingo, sentindo uma pancada nos quadris.  O Bahia voltou avançado, pressionando, em busca do empate. Pulga acionado, Everson trabalhando, uma defesa difícil. Aos 3’, Ademir cruzou e Erick cabeceou livre, de frente, pra fora. O Tricolor no ataque, o Galo se defendendo, na espera do bote, no contragolpe.

 – Gol! 1 x 1, Ademir, aos 11min. Contragolpe, Nestor da esquerda achou Ademir livre, na área, do lado oposto, e lançu preciso, no chão. O chute de direita saiu forte, cruzado, sem defesa. O Bahia era melhor, votou ofensivo do intervalo.

– Aos 16’, chutaço longo de Lodi, desviou na zaga, assustou Ronaldo. O Galo saiu de trás, voltou a atacar, equilibrou. Aos 18’, os tricolores pediram pênalti em Zé Guilherme, calçado na área mineira, o árbitro disse que não. Aos 20’, duas substituições no Galo.

 – Uma segunda etapa melhor, bem mais movimentada. Aos 24’, Bernard puxou contragolpe, livre, ganhou da marcação e bateu colocado no chão, a bola passou raspando o rodapé de Ronaldo, só espiando.

– Ceni faz duas mudanças – entram Everton Ribeiro e Ruan Pablo, saem Ademir e W José. O jogo ficou mais pegado, brigado, as duas equipes buscando o gol. Borduchi em campo, saiu Ze Guilherme, com cartão amarelo.         

  – Roman, de voleio, por cima, aos 35’, após cobrança de escanteio. Aos 37’, a defesa do Bahia errou na saída de bola, Cassierra tentou da meia lua, Ronaldo catou, no chão. Aos 38’, um balaço de Nestor, da entrada da área, no ângulo, defesaça de Everson, salvando. Jogo aberto, franco, indefinido. 

 Aos 44’, o árbitro inventou falta contra o Bahia, absurda, na linha lateral da grande área baiana, sob protestos; quase saiu o gol atleticano, na bola alçada e testada por cima, tirando tinta do travessão. O soprador de apito acrescentou 5 minutos. O Bahia em cima, bem melhor na segunda etapa.

– Aos 49’, cabeçada de David Duarte no travessão, e a bola quicou em cima da linha, no último lance da partida.

  Uma boa segunda etapa, bem jogada, boa de ver.

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 Destaques

 Roman, Nestor…  

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Ficha técnica

– O Atlético ‘Galo’ Mineiro do treinador Eduardo Dominguez: Everson, Natanael, Ruan, Lyanco e Lodi; Maicon (Cissé), Perez, Vitor Hugo (Dudu) e Bernard (Reinier); Cuello e Cassierra.

– O Bahia escalado por Rogério Ceni: Ronaldo, Roman. David Duarte, Mingo (M Victor) e Ze Guilherme (Iago Borduchi); Acevedo, Erick, Nestor; Ademir (Ruan Pablo), W José (Everton Ribeiro) e Pulga (Kauê Furquim).

– No apito, Bráulio da Silva Machado/SC. Malandramente caseirinho.

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Pela 20ª rodada, abrindo o returno, o Bahia recebe o Corínthians, na Fonte Nova. Domingo, dia 26, às 16h.

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O Vitória joga nesta quinta, dia 23, no Nilton Santos/RJ, contra o Botafogo, às 19h30.

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 Restos do Mundial

 Finda a Copa do Mundo (vi todos os jogos), escalo minha seleção:

– Unai Simon (Espanha), Hakimi (Marrocos), Cubarsi (Espanha), Romero (Argentina) e Cucurella (Espanha); Rodri (Espanha), Bellingham (Inglaterra), Enzo (Argentina) e Messi (Argentina); Kane (Inglaterra) e Mbappé (França).

– Treinador, De La Fuente, da Espanha.

– Destaques para Haaland e Odegaard, da Noruega. A fibra dos africanos.

– Grande surpresa, a Seleção de Cabo Verde. Decepções, Brasil e Uruguai.

– Reprovada, inaceitável a atitude dos atletas argentinos depois da final, com agressões e desrespeito ao adversário (dando as costas à premiação). Baixaria, sujou uma participação de garra e superação (de Los Hermanos) em jogos que precederam a final; quando então foram anulados pela ‘Fúria Roja’, os Campeões. Saber perder também dignifica.

– O fiasco, a fumaça azul e branca no estádio de Nova Jersey, nas honrarias aos Campeões do Mundo; a FIFA tinha ‘certeza’ da vitória argentina, o time azul e branco. Pegou muito mal.  

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  No mais, belíssima a festa dos espanhóis tomando as ruas de Madrid para receber os campeões. Parabéns aos Campeões do Mundo, pelo belo futebol, com a identidade da escola espanhola.

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Foto: Catarina Brandão / EC Bahia