Por Zédejesusbarreto
Secadas as lágrimas, enxugadas as ramelas por conta da arbitragem na goleada sofrida no Barradão (Palmeiras 4 x 0), pelo Brasileirão, o Vitória troca de chip e encara o Athlético PR, em Curitiba, valendo vaga nas quartas de final da Copa do Brasil. A peleja, em dois confrontos, acontece nesta segunda-feira, dia 3 de agosto, às 21h, em gramado sintético, com arbitragem feminina – a paulista Édina Batista no apito. O jogo de volta, no Barradão, será na quinta à noite.
Só um dos rubro-negros segue na competição; o Leão baiano ou o Furação paranaense. Parada dura, sem favoritismos. O Vitória vem de dois resultados negativos pelo Brasileirão (contra o Remo e o Palmeiras), precisa virar a página, recuperar a confiança. Vai completo, inteiro pro jogo. O Athlético, em boa fase, é o terceiro colocado na mesma competição, não costuma perder em casa. Mas Copa do Brasil é outra história, o ‘mata-mata’ tem outra pegada, outra leitura de jogo.
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As oitavas de final da competição começaram no sábado, com três partidas que terminaram empatadas, sem gols: Vasco x Fluminense, Atlético Mineiro x Juventude, Santos x Remo. Joguinhos fracos, duros de ver, com mais lambanças em campo que bom futebol. Os jogos de volta, definitivos acontecem nesta semana entrante.
No domingo, em São Paulo, o Palmeiras derrotou o Fortaleza (3 x 0), gols marcados no segundo tempo. Leva, assim, boa vantagem para o duelo na capital cearense, praticamente classificado. Ainda na noite de domingo, mais três confrontos: Mirassol x Grêmio; Chapecoense x Cruzeiro; Internacional x Corínthians.
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O Bahia, já fora da Copa do Brasil, volta a campo no próximo domingo, à tarde, na Fonte Nova, contra o Vasco da Gama, pelo Campeonato Brasileiro, o Brasileirão. O Tricolor ocupa o 5º lugar na classificação e o Vasco está na zona de baixo. Deve dar casa cheia, se o tempo permitir.
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Por ser jogo
e jogo de bola levado no pé
futebol tem magia.
É arte, brinquedo, guerra
Tem manha e se ganha
no toque e no berro.
Pura energia, corpo e alma
A bola, uma, infinda
pede fé, cabe mandinga
A torcida pressente quando a bola não entra,
a sina não muda, a galera cala, jogo perdido.
Tem dia que tudo dá certo, ela rola, é gol!
Noutro, ela engana e trai, caprichosa fêmea
O rito da galera influi, mas o torcedor também intui
Jogo é fado, jogo é sorte
Mistérios de vida e morte
Bola não se pode explicar
A sábia Mãe Preta dizia:
‘Dinheiro e jogo, meu fio,
é coisa de Exu vadio…
Num dá pra imaginar’.
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Foto: EC Vitória – Victor Ferreira
