ELEIÇÃO CHEGANDO: PT NUNCA MAIS

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Por Antônio Lins

A eleição está chegando. No dia 4 de outubro, milhões de brasileiros irão às urnas escolher presidente, governadores, senadores e deputados.

É chegada a hora de o eleitor brasileiro olhar para o passado, examinar o presente e pensar seriamente no futuro. Votar não é um ato de paixão. É uma decisão que pode mudar os destinos de um país.

Eu, particularmente, já fiz minha escolha: PT, nunca mais.

Não digo isso por ódio, nem por fanatismo partidário. Digo por convicção política. Depois de tantos anos acompanhando a vida pública brasileira, entendo que o país precisa experimentar novos caminhos, novas ideias e novas lideranças.

O Brasil não pode ficar eternamente prisioneiro da polarização. Não podemos transformar eleição em culto a personalidades. Presidente não é dono do Brasil. Partido político não é religião. E eleitor não deve entregar seu voto como quem entrega um cheque em branco.

O voto é uma procuração.

E procuração se dá a quem merece confiança.

Quero um Brasil onde o trabalhador tenha dignidade, onde o empresário possa produzir, onde o jovem encontre oportunidades, onde a educação seja prioridade e onde o dinheiro público seja tratado com respeito.

Quero menos discurso e mais resultado.

Quero menos guerra política e mais responsabilidade.

Quero um governo que compreenda que o Brasil pertence a todos — aos que pensam à esquerda, aos que pensam à direita e, sobretudo, aos milhões que simplesmente querem viver em paz.

Por isso, quando chegar diante da urna, não vou votar movido pelo medo, pela propaganda ou pela idolatria. Vou votar olhando para a história, para as propostas e para aquilo que considero melhor para o futuro do Brasil.

PT nunca mais, para mim, significa sobretudo isto: mudar pelo voto, democraticamente, respeitando quem pensa diferente.

A democracia permite escolher.

E também permite dizer não.

Que cada brasileiro faça sua escolha com consciência. Que ninguém venda seu voto, sua esperança ou sua consciência.

A urna eletrônica não é apenas uma máquina. É o lugar onde cada cidadão deposita uma pequena parcela do destino do país.

E eu já sei o que farei com a minha.

PT nunca mais.

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Escritor, jornalista e compositor