Robinson lamenta saída da Ford do Brasil e culpa Bolsonaro por perdas na Bahia: "fomenta desindustrialização"

         



O deputado estadual Robinson Almeida (PT) lamentou a perda de empregos e os impactos econômicos e sociais com o encerramento das atividades da Ford na Bahia e a saída da empresa do Brasil com o fim das plantas industriais nas cidades de Camaçari (BA), Taubaté (SP) e Horizonte (CE). O parlamentar também responsabilizou a política econômica e industrial do governo do presidente Jair Bolsonaro, que, em sua opinião, não tem um plano de desenvolvimento e proteção nacional, especialmente no contexto de pandemia. Para ele, o governo federal promove a "desindustrialização" e fuga de investidores, agravando o quadro econômico e social brasileiro, especialmente no Nordeste que sofre os impactos do desmonte da Petrobrás, da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen) e da Refinaria Landulpho Alves (RLAM).

"Lamento a saída da Ford da Bahia, de Camaçari e de mais duas cidades brasileiras, Taubaté e Horizonte. Isso trará impactos sociais e econômicos ao país, com perda de empregos e o fim de toda uma cadeia produtiva. Também reflete a ausência de um plano nacional de desenvolvimento, de proteção das cadeias produtivas e dos empregos, agravada pelo processo de desindustrialização patrocinado pelo desgoverno Bolsonaro, que persegue, especialmente a Bahia e o nordeste", observou o parlamentar, que elogiou a iniciativa do governador Rui Costa de oferecer a planta aonde funcionava a Ford em Camaçari para empresários chineses. "A Bahia segue dando exemplo ao Brasil e trabalhando, num contexto adverso, de omissão do governo federal, para atrair investimentos, gerar empregos para os baianos e mitigar os danos gerados pela política de omissão e de irresponsabilidade de Bolsonaro", afirmou Robinson.