David Rios propõe política para tratamento de Alzheimer

         



Doença degenerativa e progressiva caracterizada pela perda de funções cognitivas como memória, orientação, atenção e linguagem, e causada pela morte de células cerebrais, o Alzheimer pode afetar cerca de 10% das pessoas com mais de 65 anos e 25% com mais de 85 anos. Para enfrentar a enfermidade, o deputado estadual Dr. David Rios propôs a instituição da Política Estadual Política Estadual para Prevenção e Tratamento da Doença de Alzheimer. Pelo projeto a política será desenvolvida por de equipe multidisciplinar e multifuncional formada por médico clínico geral, psiquiatra, psicólogo, fisioterapeuta e neurologista.

Ela estabelece também a realização de campanhas de prevenção, cursos, treinamentos, seminários de incentivo ao diagnóstico precoce, palestras, oficinas da memória e orientações aos familiares e aos cuidadores de pacientes com Alzheimer. Na terceira semana de setembro será realizada “Semana de Conscientização Sobre a Doença de Alzheimer; estabelecer uma rede de apoio psicológico.

Dentre os objetivos da Política Estadual para o Alzheimer estão: desenvolver ações preventivas com foco na população idosa; atender aos pacientes, orientar os familiares; promover o exame para o diagnóstico e o tratamento da Doença de Alzheimer, o mais precoce possível, em todas as unidades da rede pública de saúde do Estado; desenvolver um sistema de informações e de acompanhamento pelo poder público de todos os que no Estado tenham diagnóstico da Doença de Alzheimer ou que apresentem seus sintomas, inclusive, com a elaboração de um cadastro específico dessas pessoas; otimizar as relações entre as áreas médicas do setor público e privado, de modo a possibilitar a mais ampla troca de informações entre os profissionais de saúde e fornecer a medicação de graça.

Dr. David Rios explica que “o Alzheimer é uma doença  degenerativa, progressiva e provoca atrofia do cérebro, levando à demência em idosos. Muitas vezes, os sintomas iniciais, como perda da memória e confusão mental, são vistos como características comuns do envelhecimento, retardando a busca por ajuda médica e consequentemente adiando o tratamento e agravando as consequências”.

De acordo com a Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz), estima-se que existam no mundo cerca de 35,6 milhões de pessoas com a Doença de Alzheimer. No Brasil, há cerca de 1,2 milhão de casos, a maior parte deles ainda sem diagnóstico. Com a tendência do crescimento da população idosa nas próximas décadas (Censo IBGE 2019), o número de casos da doença tende a subir.