SORVETERIA DA BARRA LANÇA LINHA DO DIA DA CRIANÇA E INAUGURA ESPAÇO PET FRIENDLY





A Sorveteria da Barra vai lançar a linha especial para o Dia das Crianças e inaugurar o Espaço Pet Friendly, com sorvetes e picolés para cachorros e gatos, no dia 23 de setembro, data que se comemora o Dia do Sorvete. O mestre sorveteiro quer surpreender as crianças com três deliciosos sabores de sorvetes, criados no formato de urso Panda, Cookie Monster e Unicórnio. Já para os pets, ele criou sorvetes e picolés de coco verde com mel, manga e morango com iogurte natural desnatado.

A linha infantil será comercializada na loja conceito da Sorveteria da Barra, no Residencial Expresso 2222, 683, na Avenida Oceânica, na Barra e na filial, que acaba de ser inaugurada no Shopping Itaigara, 2º piso, na Avenida Antônio Carlos Magalhães, 656. As lojas seguirão todos os protocolos de segurança sanitária contra a Covid-19. Os pets, que sempre foram muito bem-vindos, ganham mais atenção com produtos e espaços exclusivos nas lojas.

DIA DAS CRIANÇAS

Quem ama o fofinho urso Panda vai poder dar umas deliciosas mordidas na sua combinação de sorvete de Chocolate Extra Black com sorvete de Leite Condensado, com destaque em biscoito de baunilha e granulados de cereal de chocolate e chocolate branco. Já o divertido Cookie Monster mescla o sorvete de Algodão Doce com biscoito Oreo, com detalhe do bichinho em biscoito de baunilha. Lançado há dois anos, o Unicórnio continua fazendo muito sucesso com a garotada com o sorvete mesclado de Tutti Frutti, Creme e Algodão Doce, coberto com detalhe em biscoito e granulado de estrelinhas.

ESPAÇO PET FRIENDLY

Unir a paixão que as pessoas têm pelo sorvete com o amor pelos animais de estimação é a proposta da Sorveteria da Barra em inaugurar o Espaço Pet Friendly, na varanda da loja na Barra. A partir do dia 23 de setembro, cães e gatos poderão acompanhar os seus donos para saborear sorvetes de uma linha especial para pets. O mestre sorveteiro criou os sabores Coco verde com mel, Manga e Morango com iogurte natural desnatado. Os sorvetes serão oferecidos nas versões potinho de sorvete e os picolés, no formato de patinha de cachorro, vêm com palitos na forma de ossinhos comestíveis.

DIA DO SORVETE

Conta-se que já no século I, o imperador romano Nero comia uma mistura de sorvete doce que era feito com o gelo da neve misturado com uma cobertura de frutas. Mais tarde, entre 618 e 697, o imperador chinês King Tang usava um método semelhante, mas misturava o leite com o gelo, ficando uma espécie de sorvete mais parecido com os atuais.

 

No Brasil, os cariocas foram os primeiros brasileiros a experimentar a delícia gelada que já fazia sucesso em boa parte do mundo. Para alegria da corte portuguesa, no dia 23 de agosto de 1834, Lourenço Fallas inaugurou os estabelecimentos no Largo do Paço e na Rua do Ouvidor, destinados à venda de gelados e sorvetes no Rio de Janeiro. Para isso, importou de Boston (EUA), pelo navio americano Madagascar, 217 toneladas de gelo, conservado envolto em serragem e enterrado em grandes covas, mantendo-se até por cinco meses. Não demorou muito para os sorvetes brasileiros ganharem um toque tropical, misturados a carambola, pitanga, jabuticaba, manga, caju e coco.

Na época, não havia como conservar o sorvete gelado, pois tinha que ser consumido logo após o preparo. Por isso, as sorveterias anunciavam a hora certa de tomá-lo. Em São Paulo, a primeira notícia de sorvete que se tem registro é de um anúncio no jornal A Província de São Paulo, de 4 de janeiro de 1878, que dizia: "Sorvetes - todos os dias às 15 horas, na Rua direita nº 14".

 

No Brasil, antes do sorvete, as mulheres eram proibidas de entrar em bares, cafés, docerias e confeitarias. Para saboreá-lo, elas praticaram um de seus primeiros atos de rebeldia contra a estrutura social vigente, invadindo estes estabelecimentos masculinos. Por isso, entre nós, o sorvete chegou a ser considerado o precursor do movimento de liberação feminina.

 

O sorvete no Brasil evoluiu passos curtos, de forma artesanal, com uma produção em pequena escala e em poucos locais. A partir de julho de 1941, a sua distribuição em escala industrial começou quando os galpões alugados da falida fábrica de sorvetes Gato Preto, no Rio de Janeiro, foram ocupados pela U.S. Harkson do Brasil, a primeira indústria brasileira de sorvete. Contava com 50 carrinhos, quatro conservadoras e sete funcionários. Seu primeiro lançamento, em 1942, foi o Eski-bon, seguido pelo Chicabon. Seus formatos e embalagens são revolucionários para a época. Dezoito anos mais tarde, a Harkson mudou seu nome para Kibon.