A Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde (Suvisa), por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep), em articulação com o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (CIEVS Bahia) e com apoio do Laboratório Central de Saúde Pública Professor Gonçalo Moniz (Lacen-BA), divulgou atualização sobre as notificações de casos suspeitos de Mpox no estado em 2026.
De acordo com a nota técnica, sete casos foram notificados como suspeitos da doença neste ano, seguindo o fluxo de vigilância que determina notificação imediata, investigação epidemiológica e confirmação laboratorial específica.
Após a conclusão das análises laboratoriais e das investigações conduzidas pelas equipes de vigilância, o cenário foi consolidado da seguinte forma:
Um caso registrado em Vitória da Conquista, envolvendo uma mulher inicialmente notificada como suspeita de Mpox, foi reclassificado após resultado laboratorial confirmar diagnóstico de varicela. A atualização foi realizada nos sistemas oficiais, conforme os critérios diagnósticos vigentes, encerrando o caso como negativo para Mpox.
Outro caso envolve um paciente do sexo masculino oriundo de Osasco (SP). Como o homem já chegou à Bahia apresentando sintomas e indicou o estado de São Paulo como provável local de infecção, o episódio está sendo tratado, para fins de consolidação epidemiológica, como caso importado. O CIEVS Bahia solicitou ao Ministério da Saúde a retificação do estado de notificação para São Paulo, permanecendo na Bahia apenas o registro do atendimento assistencial realizado em Salvador.
Com a atualização, o balanço dos sete casos notificados em 2026 na Bahia é o seguinte:
- cinco casos descartados, com resultado laboratorial negativo para Mpox;
- um caso reclassificado para varicela, encerrado como negativo para Mpox;
- um caso confirmado de Mpox considerado importado, com processo de retificação de notificação para o Estado de São Paulo em andamento.
Até o momento, não há registro de óbito por Mpox na Bahia em 2026.
Imagem: Freepick
