Por Silvana Coelho
Muitas vezes afirmamos que nós ou alguém que conhecemos agiria ou jamais agiria desta ou daquela forma, baseados no que tais pessoas falam, ou em como se portaram em situações que julgamos similares.
Mas será que de fato, conhecemos aos outros e a nós mesmos a ponto de realmente sabermos como agiriam ou agiríamos diante de novas situações, ou até mesmo situações similares, mas em tempos e/ou contextos diferentes?
Quando falamos: eu faria, ou Fulano não diria…,o tempo verbal futuro do pretérito do indicativo já indica que algo poderia até ser feito no futuro, mas que não é necessariamente garantido. Então, trata-se de expectativa, que nem sempre se cumpre.
E assim muitas vezes nos surpreendemos, positiva ou negativamente diante das reações dos outros e até das nossas.
Difícil não criar expectativa. Fica o convite para sermos mais acolhedores com os outros e conosco.
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Doutora em gestão

