Por Marcelo Albert
Existe uma enorme diferença entre admirar a essência do bem imaterial de nome futebol brasileiro e ser obrigado a torcer por uma entidade particular que se apossou desse bem e faz o que bem entende com ele visando apenas seus interesses monetários.
Em todos os lugares do mundo civilizado (palavra estranha nos dias atuais), o esporte de alto nível é administrado por ligas que (ao que me parece daqui de longe) visam extrair o que há de melhor daquele bem específico. Bato nessa tecla há séculos com quem tem a mínima paciência comigo.
Tem gente que confunde esse meu posicionamento com falta de amor à pátria e tais………paciência.
Sou louco por esportes e não apenas torcedor do esporte ‘vencer’, que é o que mais vejo por aqui. Fico extremamente feliz quando brasileiros (as) se destacam em qualquer modalidade esportiva, mas, em primeiro lugar, sou fã do esporte no geral. Acho que é simples entender isso.
Quando a Copa terminar, volta o Brasileirão BETANO e seus emocionantes jogos às 22:00, com aqueles entusiasmantes ‘bolinhos’ em volta do juiz, logo após a maravilhosa novela daquela emissora fantástica. Ninguém é de ferro, né?
Tá chateado comigo, vai procurar uma Haaland.
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Escritor, advogado e DJ
